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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ásana: Bidalasana

Práticas Preliminares


Bidalasana
Postura do Gato

É uma postura simples mas que faz necessário você visitar mentalmente suas articulações e vértebras.


- Benefícios:

  • Aumenta a concentração e percepção
  • Ajuda a estabilizar o ritmo respiratório


- Execução (dinâmica – cadenciando o ásana com a respiração):

Início: Fique de quatro apoios

Fase 1 – inspiração:
Inspire enquanto ergue o cóccix e a cabeça, afundando a parte  inferior da coluna
Sinta os músculos das costa se estirarem
Mova o esterno para frete e não deixe os ombros caírem
Mantenha os cotovelos retos
Mantenha o rosto virado para o alto e a nuca descontraída


Fase 2 – expiração:
Expire e curve as costas, empurrando a parte inferior da coluna para o alto
Tombe a cabeça para a frente
Contraia bem o cóccix e aperte o queixo contra a garganta
Mantenha os braços esticados e os ombros descontraídos
Empurre o chão com as mãos

Cadencie e sincronize a  inspiração e a expiração com a descida e subida das costas. Por exemplo, a cada início de inspiração sincronize com o movimento de descida das costas.
Faça o movimento de forma cadenciada e lentamente, explorando de forma completa o ciclo de inspiração.
Permaneça alguns segundos com a coluna arqueada retendo o ar nos pulmões.
Ao expirar inicie o movimento de subida das costas finalizando com os pulmões vazios e mantendo a retenção sem ar por alguns segundos.
Repita mais algumas vezes esse ciclo de forma dinâmica, cadenciada e sincronizada.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Como Tornar a Prática Mais Fácil



Como Tornar a Prática Mais Fácil


Aqui vão algumas dicas para quem está começando a praticar:

  • Escolha posturas fáceis de inicio (posturas básicas)
  • Flexione os joelhos ligeiramente ao inclinar-se para a frente ou ao sair de uma posição de flexão para frente.
  • Pratique de forma regular
  • Pause entre uma postura e  outra
  • Faça movimentos lentos e sempre calmamente
  • Mantenha-se na postura por períodos curtos de tempo evitando entrar e sair da postura várias vezes. No decorrer da prática, aumente o tempo. 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Prática Regular e Permanência nos Ásanas


Regularidade e Permanência nos Ásanas

Pratique Yoga com certa regularidade. Isso produzirá um efeito positivo. O esforço concentrado nas técnicas (alongamento, flexibilidade, musculares, torções, invertidas etc) aliado à regularidade é o primeiro e mais importante elemento da prática.

A permanência nos ásanas dinamizará ainda mais a prática, mas só deve ser ampliada na medida que permita manter uma regularidade exacerbada nas práticas. Esforce-se sem forçar-se. Supere-se!
É natural que com o tempo de prática você consiga ficar mais tempo em determinadas posições. A evolução é gradual, sutil e natural.

Qualquer posição pode ser alcançada desde que você pelo menos dedique uma pouco de tempo do seu dia para praticar. Este é o princípio da regularidade.
Até os ásanas mais avançados que exigem mais dos músculos, podem ser alcançados com pouco tempo diário de treinamento, mantendo sempre a regularidade e permanência.

Apesar de não ser tão exigida na fase inicial, a prática com permanência é necessária para uma execução estável do ásana. O  importante é que o tempo de permanência vai desencadear os efeitos desejados nos ásanas praticados e, por fim, na prática da Yoga como um todo (alinhando mente, corpo, atitude).

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Yoga e Saúde - Equilíbrio


Yoga e Saúde


A saúde é o equilíbrio do corpo. A doença é o desequilíbrio, um bloqueio psicológico manifestado no físico.
O corpo pode entrar em desequilíbrio se não for movimentado de forma equilibrada e adequada, daí há a má circulação sangüínea e respiração inadequada e ineficiente.
O corpo necessita de muito mais do que um simples caminhada. Necessita de movimentos que em conjunto promovam uma irrigação eficiente dos órgãos. A Yoga surge para unir o movimento físico à postura mental, a atividade à consciência. Ensina a focar, a se conscientizar nas respostas de seu corpo e a verificar os pontos de tensão para eliminá-los. Com a Yoga aprendemos a relaxar ou a exigir de certos grupos de músculos de forma adequada, aprendemos a contrair, a dosar e a economizar energia que por vezes são desperdiçadas com tensões desnecessárias.

Na Yoga, corpo e mente devem interagir e serem trabalhados em conjunto.
Qualquer bloqueio mental, tensão, trauma etc terá seu correspondente no físico, travando uma determinada musculatura, articulaçao, órgão ou canal de energia. A ação correta, utilizando-se das diversas posturas da yoga, ajudará no desbloqueio do sistema e fará com que o organismo volte ou mantenha seu equilíbrio.

Yoga é equilíbrio. Equilíbrio é saúde.


Fonte: http://www.yogabrasil.com.br/artigos/

terça-feira, 28 de julho de 2009

Ásana e Permanência


“Ásana é [a postura do corpo], firme e agradável. [O ásana] transcende-se ao relaxar no esforço e meditar no infinito. Assim, consegue-se o estado de transcendência das dualidades.”
Yoga Sutra, II:46-48. – (Patañjali)

Muitos ásanas são dífíceis, exigem força e concentração. É muito importante se superar (tapas = auto superação) nas posições e permanecer. A prática com outras pessoas incentiva a continuar a persistir.

As vezes é difícil permanecer na posição: parece que os ponteiros do relógio se arrastam ou estão congelados. A concentração na respiração e na posição ajudam nesse processo de permanência.
O corpo começa a tremer, a doer, parece que se chega ao limite de suas forças. É nesse momento em que deve-se inspirar lenta e profundamente e persistir.
O tremor do corpo tende a passar mas daí inicia-se a batalha interna: as emoções e a mente nos armam das cabeças aos pés, instigando-nos a desistir da permanência. Nesse processo o controle da mente é fundamental e respirar... respirar... e respirar! Não deixe que suas emoções sabotem sua permanência. Permaneça firme e forte na posição; deixe essa guerra interna de lado e somente quando a vencer, desfaça a postura. Vitória afinal!

Daí você descobre que há muito mais por trás de um simples alongamento e esforço muscular. Li em algum lugar que “Os ásanas são aqueles que nos conduzem há um universo onde os músculos, as articulações, os órgãos e os ossos são o espelho das nossas experiências passadas. Carregados do que somos. O simples fato de colocar o corpo de uma forma única nos leva a uma experiência diferenciada. A permanência nessas porturas ajudam a dissolver condicionamentos desenvolvidos ao longo das vidas. A liberar emoções presas nos chakras e a permitir que essa energia escoe por todo o nosso Ser. Levando esta energia a entrar em comunhão com o restante do corpo-mente. Nos tornando inteiros de consciência. Pura consciência.”

Com o tempo moldamos nosso corpo em uma postura e passamos a fazer parte dela de “corpo e alma”. Imergimos na respiração conrolada e estável e tomamos consciência de cada centímetro do nosso corpo. Em cada respiração o prana invade nosso corpo e nós sentimos a postura; literalmente fazemos uma “viagem interior” pelo desconhecido.


Fonte: http://www.yoga.pro.br/artigos.php?YogaId=8om56b3ehn7pkf04qbs8ctfpv0&cod=705&secao=3026

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Os Ásanas: Estética e Execução

Os Ásanas: Estética e Execução

O ásana é uma posição corporal que, se bem executado, deve ser estável e confortavél. Esteticamente, com a execução correta, o ásana transmite o sentimento de beleza, força e harmonia. É sensorial, pois está relacionado ao sentimento e as sensações geradas durante a sua execução. As sensações geradas durante sua execução ficam em destaque do resto das coissa que estão sendo observdas. O praticante acaba trazendo a atenção à sua execução, ao seu corpo e seus sentimentos. A permanência com a respiração profunda e controladas e a localização da consciência decorrem naturalmente da permanência no ásana.



Seguem alguns princípios para a boa execução do ásana:

A expressão facial influencia todo o organismo. Manter um sorriso no rosto e a expressão descontraída é o primeiro passo.

Localização da consciência na região masi solicitada pelo ásana, mantendo também a atenção na coluna vertebral para que a postura fique correta e não a sobrecarregue.

Quando possível, adicione mudrás (gestos reflexológicos feitos com as mãos) aos ásanas. Isso impactua não só esteticamente, mas também na atuação, permanência e força dos ásanas.

Quando a planta do pé estiver apoiada no solo, procure manter o calcanhar estendido – é bastante utilizado nas demonstrações e coreografias. A variação do calcanhar fletido (quando os dedos dos pés é puxados pelas mãos) desenvolve a força e alongamento e é comumente utilizado para treinamento.

Ainda, esteticamente, os extremos do corpo tem um impacto visual maior, por isso é importante estender ou flexionar completamente pernas e braços.

É importante manter ângulos definidos e alinhamento conscientes entre os pés (quando juntos, afastados ou paralelos), braços e pernas.

Inicie a execução do ásana com a variação mais simples e depois passando para as variações mais avançadas. Não utilizar de repetição e permanecer o maior tempo que for possível e confortável. Mas supere-se!

Praticar regularmente, mesmo as variações mais simples, para que trabalhe a exigência muscular e execute com segurança até mesmo as variações mais avançadas.

Cada ásana tem uma linha de força que envolve o posicionament o/alinhamento correto do tronco, cabeça, braços e pernas. Procure descobrir as linhas de força e utilizar a tração do corpo ou repouso muscular para reforçar essas linhas.

Fonte: http://www.yoganataraja.com.br/artigo_completo.php?id=7

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