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domingo, 2 de agosto de 2009

Técnica para meditar e acalmar a mente


Técnica para meditar e acalmar a mente


A lista de benefícios oferecidos pela meditação não encontra limites. A técnica milenar ajuda a disciplinar e acalmar a mente, trazendo conforto emocional e aumentando nossa capacidade de concentração. É um exercício ótimo para nos ajudar a lidar com as nossas emoções.

Quando o indivíduo atinge determinado grau de concentração passa a ficar mais atento e ter uma percepção maior de si mesmo. Esse estado nos alerta para os nossos sentimentos e o dos outros.

Eis alguns benefícios da meditação:

1. diminui o risco de infarto e derrame cerebral;
2. reforça o sistema imunológico;
3. aplaca emoções negativas, como o medo e a raiva;
4. aumenta a produção de hormônios calmantes e reduz o nível de cortisol, hormônio desencadeador do estresse;
5. auxilia a liberação de endorfina, um forte tranqüilizante que provoca a sensação de alegria e de bem-estar;
6. alivia a insônia e deixar a memória mais afiada.

O tempo para sentir todas essas melhoras varia de uma pessoa a outra e tem pouca relação com a duração da prática.

Com a prática da meditação, adquirimos e mantemos a paz e equilíbrio nos momentos de tormenta. Além disso, tomamos consciência do agora e prestamos atenção em gestos banais e automáticos. Ficamos mais atentos e aumentamos a qualidade das tarefas que realizamos.

Eis uma das técnicas mais conhecidas e praticadas para deixar a mente sã:

Sente na chamada pose de índio (ou posição de lótus), com a coluna reta e as pernas cruzadas. Concentre-se na respiração, nas batidas do coração ou na pulsação do corpo. Feche os olhos e focalize o fluxo de ar que entra e sai de seus pulmões. Depois concentre-se em um som (mantra) ou numa imagem e sature sua mente. Deixe que os pensamentos insistentes do cotidiano passem despercebidos, ignore-os.

Fonte: diversas

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Aspectos Psicológicos do Yoga

O texto abaixo é uma transcrição de um material que encontrei na net e que achei muito interessante.


Resistência e bloqueios
Por Joel Kramer - tradução Eloisa Vargas

Transformação, mudança, crescimento, atualização de potencial, - estes são fundamentos muito positivos para a maioria das pessoas que fazem yoga . Mas todos nós, que estamos envolvidos em qualquer tipo de processo de crescimento, enfrentamos algo chamado "resistência". No Yoga, há resistência no tecido muscular, resistência para fazer Yoga e resistência para mudar os hábitos e estilos de vida que impedem o crescimento. Como uma pessoa que está envolvida com a yoga e com atividades de crescimento orientado durante anos, seria aparentemente agradável se eu pudesse lhes dizer que eu venci a resistência. Porém, não posso dizer isto. Sinto que a resistência não pode ser totalmente vencida, embora não ache que este seja uma problema significativo. Você pode aprender a usar isto como um professor, para que a resistência possa ensinar a você onde seus hábitos e anexos se apóiam. Também pode ensinar onde você se bloqueia e onde você se auto protege. Para entrar neste assunto, eu gostaria de discutir mais sobre os aspectos psicológicos do yoga.

Que a mente e o corpo se afetam um ao outro é óbvio. Tensões psicológicas vivem na musculatura : quando você está " endurecido ", você literalmente está apertando os músculos e está bloqueando energia. Por anos de tensões acumuladas, o corpo se torna um repositório para o inconsciente, e assim, " aprende " a fechar diferentes áreas físicas que possam provocar estados emocionais indesejados. Por exemplo, um tórax comprimido torna literalmente mais difícil experimentar emoções profundas. A força das emoções que podem vir do "abrir seu tórax" podem tornar isto incômodo, e assim, você pode resistir a abrir aquela área. Você sente uma enorme pressão sobre o peito e não consegue respirar direito. É o que você "paga" para evitar emoções.

Muitos dos limites para a nossa prática do Yoga não estão no nosso corpo, mas muito mais nas atitudes mentais e nos nossos hábitos. A resistência para fazer certas posturas está na mente como também no corpo. A resistência mental pode mascarar-se de inúmeras maneiras: - esquecimento, desculpas, preguiça , doença, lesões. Se você pode minimizar a resistência mental que é a chave , poderá ir trabalhando eventualmente a resistência física.
Quanto mais fundo você for penetrando na sua prática de Hatha Yoga, mais necessário será conseguir saber a natureza da sua mente.

A maioria de nós identifica-se totalmente com a mente e chamamos a isto, "nós mesmos", o "eu". Não percebemos que a mente é apenas um dos sistemas que compõem um ser humano. A importância da mente é enorme e o seu poder é tão grande que freqüentemente ignoramos , subvertemos ou anulamos os outros sistemas que têm a sua própria inteligência.

Por exemplo: Nosso corpo pode nos indicar que não temos fome, mas mesmo assim, comemos. Quando estamos cansados, não paramos e continuamos a forçar. Nos habituamos a desconsider tais sinais de uma inteligência que age espontaneamente dentro de nós indicando e sinalizando todas as coisas que nos levariam a equilibrar naturalmente nossas vidas.

Embora yoga possa nos tornar mais afinados ou sensíveis para a sabedoria interna, é a mente que terá que interpretar isto e como a mente interpreta, está diretamente relacionado á natureza da sua experiência (ou condicionamento). Normalmente não pensamos em nossa mente como algo estruturado e condicionado porque nossa mente é como uma lente através da qual vemos a nós mesmos e ao mundo. Para nós ela é um presente que raramente questionamos. Os princípios com os quais a mente trabalha serão os mesmos princípios com os quais o corpo trabalha. Compreendendo os princípios que movem a mente, fará com que ela se abra juntamente com o corpo trazendo com isto possibilidades inimagináveis e uma nova porta para a transformação.

Olhando para a nossa resistência, a natureza da mente pode ser revelada. Na maioria das vezes, estamos justamente querendo aquilo ao que estamos resistindo.

Seja sincero, e faça a você a seguinte pergunta: Acima de todos os motivos, por que eu faço Yoga? Quanto da minha yoga é motivada pelo medo? - Medo do envelhecimento, medo de morrer, medo de perder energia ? Quanto da minha yoga é dirigida pela ambição ? - para a realização, para estados mais altos de consciência, para juventude e saúde , para maiores níveis vibratórios?

Claro que todos nós temos medos e ambições que trazemos para o yoga. O problema não é tê-los, e sim descobrir o quanto isto está interferindo na nossa prática porque freqüentemente isto está agindo de forma inconsciente. Quando estes fatores agem, a mente é orientada para o passado ou para o futuro, e perde o contato com o processo vivo da yoga que é : sentir os músculos trabalhando, sentir a energia sendo gerada, sentir as mudanças sutis que requerem grande atenção.

Se você se dá conta de como os motivos gerados por medo e ambição ou outras razões para fazer yoga podem limitar a sua prática, isto necessariamente não os elimina. Porém, esta consciência pode lhe ajudar a mantê-los distantes durante a sua prática, de forma que você pode ser menos mecânico , mais presente e mais atento.


Texto: Resistência e bloqueios - Por Joel Kramer - tradução Eloisa Vargas

Fonte: http://www.yogabrasil.com.br/artigos/

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Yoga e Saúde - Equilíbrio


Yoga e Saúde


A saúde é o equilíbrio do corpo. A doença é o desequilíbrio, um bloqueio psicológico manifestado no físico.
O corpo pode entrar em desequilíbrio se não for movimentado de forma equilibrada e adequada, daí há a má circulação sangüínea e respiração inadequada e ineficiente.
O corpo necessita de muito mais do que um simples caminhada. Necessita de movimentos que em conjunto promovam uma irrigação eficiente dos órgãos. A Yoga surge para unir o movimento físico à postura mental, a atividade à consciência. Ensina a focar, a se conscientizar nas respostas de seu corpo e a verificar os pontos de tensão para eliminá-los. Com a Yoga aprendemos a relaxar ou a exigir de certos grupos de músculos de forma adequada, aprendemos a contrair, a dosar e a economizar energia que por vezes são desperdiçadas com tensões desnecessárias.

Na Yoga, corpo e mente devem interagir e serem trabalhados em conjunto.
Qualquer bloqueio mental, tensão, trauma etc terá seu correspondente no físico, travando uma determinada musculatura, articulaçao, órgão ou canal de energia. A ação correta, utilizando-se das diversas posturas da yoga, ajudará no desbloqueio do sistema e fará com que o organismo volte ou mantenha seu equilíbrio.

Yoga é equilíbrio. Equilíbrio é saúde.


Fonte: http://www.yogabrasil.com.br/artigos/

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Ásana e a Mente - Sobre Limites


Sobre Limites

Devemos sempre conhecer e respeitar nossos próprios limites. É o primeiro indício de sabedoria e o primeiro passo para vencer suas limitações através da superação.

Os orientais dizem que " devemos ser cautelosos como uma raposa que caminha no gelo fino, sondando cada palmo do gelo a ser atravessado. Assim ela não rompe a fina camada e não molha nem mesmo a cauda". ( I CHING- o livro das mutações)

O princípio é o mesmo na Yoga: o ásana é o caminho a se percorrer, medindo cada passo, sentindo cada movimento e os coordenando com a respiração. Na prática visa sempre a disciplina e humildade para percorrer etapas, checando o terreno, estabelecendo nossos limites e avançando aos poucos de modo seguro.

Para chegar nessas condições é necessário silenciar a mente. Se silenciarmos as vozes de nosso ego, angústias e desejos, passaremos a ouvir apenas o nossa voz interior que nos conduz nesses avanços e nos aconselha nos momentos de recuo. Assim, evitamos sobrecarregar ou colapsar as articulações e músculos do corpo, evitando lesões e outros impactos emocionais negativos.

É importante aprendermos a “caminhar” na direção de nossos objetivos ao contrário de “lutar” por eles. A “luta” carrega em si um significado de violência, de estipular perdedores e vencedores e, por ser um “desejo” é externo e vem do ego. O “caminhar” é uma “vontade” interna e vem do coração, tornando-se sagrada.

Por isso precisamos nos disciplinar e aprender a ouvir através do silêncio.

Fonte: http://www.yogabrasil.com.br/artigos/

domingo, 26 de julho de 2009

Focar no coração silencia a mente


Focar no coração silencia a mente

"São nossos julgamentos que geram as emoções. Quem quiser diminuir a importância que dá para sua mente, deve se esforçar para não alimentar pensamentos parasitas: essa é a melhor forma de favorecer a paz interior"

Há várias soluções para fazer com que o papagaio da mente se cale. Mas a solução mais radical e evidente é focar-se em seu corpo.
Mudar o foco da cabeça para o coração.

No lugar de colocar nossa atenção sobre o que estamos pensando, devemos nos conscientizar de nossos sentimentos, no sentido de “sentir” realmente.
Ao invés de fazer comentários sobre o que está nos acontecendo, devemos sentir os eventos.

A característica essencial da vida é o movimento: as coisas mudam continuamente. Nossos julgamentos, assim que expressados, tornam a vida estática, congelam a realidade.
O não-julgamento, pelo contrário, nos convida a surfar, a nos conectar ao vivo, à dinâmica que está dentro de nós, ao que sentimos.


Quem quiser diminuir a importância que dá para sua mente, deve se esforçar para não alimentar pensamentos parasitas: esta é a melhor forma de favorecer a paz interior.


- Onde se encontra a felicidade eterna?
- Dentro de si mesmo
- Quem é o inimigo a ser temido?
- A mente
- Qual é a fábrica mais eficiente do mundo?
- A mente
- Qual é o melhor idioma?
- O do coração.

Fontes: Diversas

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