quarta-feira, 22 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Ásana: Ardha Matsyendrasana
Ardha Matsyendrasana
- Execução:
Sente-se com as pernas à frente e os joelhos semiflexionados.
Em seguida, desça uma das pernas, apoiando-a no chão, e cruze a outra perna por cima da perna que está apoiada no chão.
Depois, faça uma torção do tronco no sentido da perna erguida - então, se a perna direita estiver erguida, gire o tronco para o lado direito e passe o braço esquerdo sobre o joelho direito, enquanto mantém a mão esquerda apoiada no chão.
Levante a mão esquerda e olhe para o lado direito.
Mantenha os ísquios bem apoiados no chão e a coluna ereta.
- Benefícios:
Meia Postura do Rei dos Peixes
- Execução:
Sente-se com as pernas à frente e os joelhos semiflexionados.
Em seguida, desça uma das pernas, apoiando-a no chão, e cruze a outra perna por cima da perna que está apoiada no chão.
Depois, faça uma torção do tronco no sentido da perna erguida - então, se a perna direita estiver erguida, gire o tronco para o lado direito e passe o braço esquerdo sobre o joelho direito, enquanto mantém a mão esquerda apoiada no chão.
Levante a mão esquerda e olhe para o lado direito.
Mantenha os ísquios bem apoiados no chão e a coluna ereta.
- Benefícios:
- Estimula o bom funcionamento dos órgãos abdominais
- Alonga a coluna
- Alivia as dores nas costas e desconfrotos menstruais
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Os 40 Tipos de Yoga
| TIPOS DE YOGA | APRESENTAÇÃO |
| Abháva Yoga | Conceito encontrado nos Puranas; é o yoga do não-ser, ou a prática yogue superior de imersão no Si Mesmo sem nenhum apoio,como um mantra. |
| Adhyátma Yoga | É o Yoga do ser íntimo; muitos dizem ser este o Yoga característico das Upanishads. |
| Agni Yoga | O Yoga do fogo, que provoca o despertar do poder da kundaliní por meio da ação conjunta da mente e da força vital (prána). |
| Ashtanga Yoga | O Yoga dos oito membros codificado por Patañjali. Também é chamado de Raja Yoga, Patañjala Yoga ou Yoga Clássico. |
| Asparsha Yoga | Yoga da intangibilidade ou do “não-contato”, o Yoga não dualista exposto por Gaupada no Mandukya Karika. |
| Bhakti Yoga | Yoga do amor e da devoção, exposto na Bhagavad Gita, no Bhagavata Purana, no Shvetasshvatara Upanishad e em muitos textos sagrados do Vaishnavismo e Shaivismo. |
| Buddhi Yoga | O yoga da mente superior,mencionado pela primeira vez no Bhagavad Gita. |
| Dhyána Yoga | Yoga da meditação. |
| Ghatastha Yoga | Yoga do “jarro” (ghata), que significa corpo; sinônimo do Hatha Yoga, como mencionado no Gheranda Samhita. |
| Guru Yoga | Yoga relativo ao mestre, fundamental em quase todas as formas de yoga. |
| Hatha Yoga | Yoga da força ou do vigor (relativo ao poder de kundaliní shakti). |
| Hiranyagarbha Yoga | O yoga de Hiranyagarbha, considerado o fundador da tradição yogue. |
| Japa Yoga | O yoga da recitação de mantras. |
| Jñana Yoga | O yoga da sabedoria discriminativa, que é o ponto de vista das Upanishads. |
| Karma Yoga | Yoga da ação auto-transcendente, ensinada pela primeira vez de modo explícito na Bhagavad Gita. |
| Kaula Yoga | O yoga da escola Kaula, um tipo de Yoga tântrico. |
| Kriya Yoga | Yoga do ritual e também a prática conjunta da ascese, do estudo e da adoração do Senhor mencionada no Yoga Sutra de Patañjali. |
| Kundaliní Yoga | O Yoga do poder da kundaliní, que é fundamental para toda a tradição tântrica, inclusive o Hatha Yoga. |
| Lambika Yoga | O Yoga da úvula que é deliberadamente estimulada nesta técnica yogue para aumentar o fluxo do ‘néctar’ (amrita), cujo aspecto externo é a saliva. |
| Laya Yoga | O yoga da reabsorção ou dissolução dos elementos sutis antes da dissolução natural que vem com a morte. |
| Maha Yoga | O grande yoga, conceito encontrado no Yoga Shikha Upanishad, onde se refere à prática conjunta de Mantra Yoga, Laya Yoga, Raja Yoga e Hatha Yoga. |
| Mantra Yoga | Yoga dos sons sagrados que ajudam a proteger a mente; faz parte da tradição yogue desde os tempos védicos. |
| Náda Yoga | Yoga do som interior, prática estreitamente ligada ao Hatha Yoga tradicional. |
| Pancadashanga Yoga | Yoga dos quinze membros; |
| Pashupata Yoga | Yoga da seita de Pashupata, exposta em alguns Puranas. |
| Patañjala Yoga | Yoga de Patañjali, conhecida como Raja Yoga ou Yoga darshana. |
| Purna Yoga | Yoga da totalidade ou integração, é o nome do Yoga Integral de Sri Aurobindo. |
| Raja Yoga | O Yoga de Patañjali. |
| Samádhi Yoga | Yoga do êxtase. |
| Sámkhya Yoga | Yoga da intuição, que dá nome a certas doutrinas e escolas de libertação mencionadas no Mahábhárata. |
| Samnyása Yoga | Yoga da renuncia ao mundo, contraposta ao Karma Yoga. |
| Samputa Yoga | Yoga da união sexual (maithuna) no Tantra Yoga. |
| Samrambha Yoga | Yoga do ódio mencionada no Vishnu Purana, que ilustra o profundo princípio yogue de que a pessoa se torna aquilo que ela contempla constantemente. |
| Saptanga Yoga | O Yoga dos sete membros descrito no Gheranda Samhita. |
| Shadanga Yoga | Yoga de seis membros exposto no Maitrayaniya Upanishad. |
| Siddha Yoga | Yoga dos adeptos, conceito encontrado em alguns Tantras. |
| Sparsha Yoga | Yoga do contato. De origem védica é mencionado no Shiva Purana, que associa a recitação de mantras ao controle da respiração. |
| Tantra Yoga | O Yoga dos Tantras está baseado no despertar do poder da Kundaliní. |
| Taraka Yoga | Yoga do “Libertador”, um yoga medieval baseado em certos fenômenos luminosos. |
| Yantra Yoga | Yoga da concentração da mente em formas geométricas (yantra) do cosmos. |
Fonte: http://yogaequalidadedevida.wordpress.com/2009/03/16/40-tipos-de-yoga/
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Ásana: Agni Stambhasana
Agni Stambhasana
Ou Postura da Lenha
Sente-se com as pernas dobradas, uma sobre a outra com a coluna ereta.
Mantenha o queixo perpendicular ao peito.
Apoie as mãos no chão, bem ao lado de seus quadris.
Ao inspirar, sinta alongar seu tronco.
Sinta o ar percorrerndo sua coluna, energizando seu corpo a cada inspiração.
Fique, inicialmente, 30 segundos nesta postura e depois inverta a posição das pernas e permaneça por mais 30 segundos.
- Benefícios:
Ou Postura da Lenha
Sente-se com as pernas dobradas, uma sobre a outra com a coluna ereta.
Mantenha o queixo perpendicular ao peito.
Apoie as mãos no chão, bem ao lado de seus quadris.
Ao inspirar, sinta alongar seu tronco.
Sinta o ar percorrerndo sua coluna, energizando seu corpo a cada inspiração.
Fique, inicialmente, 30 segundos nesta postura e depois inverta a posição das pernas e permaneça por mais 30 segundos.
- Benefícios:
- Alonga quadris e virilhas
- Energiza o corpo
- Alivia o stress
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Mitologia Hindu: O Tridente de Shiva
O Tridente de Shiva
O Tridente de Shiva, que em sânscrito é chamado de "Trishula", é a arma de Shiva com a qual Ele destrói a ignorância dos seres humanos.
As três pontas representam as três qualidades (Gunas) da matéria: Inércia (Tamas), Movimento (Rajas) e Equilíbrio (Sattva).
A busca do praticante começa em buscar Sattva e termina quando transcende todas as qualidades da matéria, quando, então, se atinge Moksha, a Libertação, que é objetivo final de toda prática verdadeiramente hindu.
O Tridente de Shiva, que em sânscrito é chamado de "Trishula", é a arma de Shiva com a qual Ele destrói a ignorância dos seres humanos.
As três pontas representam as três qualidades (Gunas) da matéria: Inércia (Tamas), Movimento (Rajas) e Equilíbrio (Sattva).
A busca do praticante começa em buscar Sattva e termina quando transcende todas as qualidades da matéria, quando, então, se atinge Moksha, a Libertação, que é objetivo final de toda prática verdadeiramente hindu.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Ásana: Tadásana
Tadásana
O Tadásana é a Postura da Montanha, um dos ásanas mais tradicionais. De fácil execução, é ótimo para a coluna e para alinhar a postura.
- Modo de Execução:
Em pé, com os pés paralelos e as pernas estendidas, distribua uniformemente o peso do corpo sobre elas.
Encaixe o quadril e mantenha a coluna ereta.
Com os ombros posicionados corretamente, mantenha os braços estendidos ao longo do corpo.
Alinhe o pescoço e queixo, olhe fixadamente para a frente.
Esta postura é, geralmente, utilizada como passagem - no começo ou término de outros ásanas -, mas pode ser praticada isoladamente como uma forma de aprimorar a estabilidade e a consciência corporal.
- Benefícios:
- Posição Avançada:
Tente permanecer no Tadásana de olhos fechados. Dessa forma você também trabalhará o equilíbrio.
Tente eliminar os pensamentos indesejáveis e concentre-se no ásana. Elimine as oscilações.
O Tadásana é a Postura da Montanha, um dos ásanas mais tradicionais. De fácil execução, é ótimo para a coluna e para alinhar a postura.
- Modo de Execução:
Em pé, com os pés paralelos e as pernas estendidas, distribua uniformemente o peso do corpo sobre elas.
Encaixe o quadril e mantenha a coluna ereta.
Com os ombros posicionados corretamente, mantenha os braços estendidos ao longo do corpo.
Alinhe o pescoço e queixo, olhe fixadamente para a frente.
Esta postura é, geralmente, utilizada como passagem - no começo ou término de outros ásanas -, mas pode ser praticada isoladamente como uma forma de aprimorar a estabilidade e a consciência corporal.
- Benefícios:
- Ajuda a manter uma boa postura
- Trabalha coxas e glúteos
- Alivia dores no nervo ciático.
- Posição Avançada:
Tente permanecer no Tadásana de olhos fechados. Dessa forma você também trabalhará o equilíbrio.
Tente eliminar os pensamentos indesejáveis e concentre-se no ásana. Elimine as oscilações.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Incensos: O Poder do Fogo
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| Incenso Nag Champa |
Seja para ajudar na meditação, para praticar yoga ou para simplesmente perfumar o ambiente, sempre vale a pena acender um incenso para criar uma atmosfera "indiana" - contanto que você não seja alérgico à algum dos componentes do incenso! E nesse caso é melhor deixar o incenso de lado.
O incenso mais conhecido e utilizado é o Nag Champa que é produzido no Oriente. Uma das marcas mais conhecidas é a do guru indiano Sai Baba.
O perfume característico é o floral com toques almiscarados provenientes da mistura do sândalo e de flores da árvore champac (de onde origina seu nome) - são flores amarelas da família das magnólias.
Esse incenso eu recomendo!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Mitologia Hindu: Brahma
Brahma
Brahma é o primeiro deus da Trimurti, a trindade do hinduísmo, que forma junto com Vishnu e Shiva.
Brahma é considerado pelos hindus a representação da força criadora ativa no universo.
A visão de universo pelos hindus é cíclica. Depois que um universo é destruído por Shiva, Vishnu se encontra dormindo e flutuando no oceano primordial. Quando o próximo universo está para ser criado, Brahma aparece montado num Lótus, que brotou do umbigo de Vishnu e recria todo o universo.
Depois que Brahma cria o universo, ele permanece existindo por um dia de Brahma, que vem a ser aproximadamente 4.320.000.000 anos em termos de calendário hindu. Quando Brahma vai dormir, após o fim do dia, o mundo e tudo que nele existe é consumido pelo fogo. Quando ele acorda de novo, ele recria toda a criação, e assim sucessivamente, até que se completem 100 anos de Brahma. Quando esse dia chegar, Brahma vai deixar de existir, e todos os outros deuses e todo o universo vão ser dissolvidos de volta para seus elementos constituintes.
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- Simbologia e Mitos
Brahma é representado com quatro cabeças, mas originalmente, era representado com cinco. O ganho de cinco cabeças e a perda de uma é contado numa lenda muito interessante. De acordo com os mitos, ele possuía apenas uma cabeça. Depois de cortar uma parte do seu próprio corpo, Brahma criou dela uma mulher, chamada Satrupa, também chamada de Sarasvati. Quando Brahma viu sua criação, ele logo se apaixonou por ela, e já não conseguia tirar os olhos da beleza de Satrupa.
Naturalmente, Satrupa ficou envergonhada e tentava se esquivar dos olhares de Brahma movendo-se para todos os lados. Para poder vê-la onde quer que fosse, Brahma criou mais três cabeças, uma à esquerda, outra à direita e outra logo atrás da original. Então Satrupa voou até o alto do céu, fazendo com que Brahma criasse uma quinta cabeça olhando para cima, foi assim que Brama veio a ter cinco cabeças.
Da união de Brahma e Satrupa, nasceu Suayambhuva Manu, o pai de todos os humanos.
Nas escrituras, é mencionado que a quinta cabeça foi eliminada por Shiva. Brahma falou desrespeitosamente de Shiva, que abriu seu terceiro olho e queimou a quinta cabeça de Brama.
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- O Mito:
Além das cinco cabeças, Brahma tem quatro braços, e nas mãos segura uma flor de lótus, seu cetro, uma colher, um rosário, um vaso contendo água benta e os Vedas.
O veículo de Brama é o cisne Hans-Vahana, o símbolo do conhecimento.
A esposa de Brama é Sarasvati, a Deusa da Sabedoria.
Na Índia em si, o deus é pouco cultuado,pois na visão hindu, sua função já se acabou depois que o universo foi criado.
As lendas sobre Brahma não são tantas nem tão ricas quanto as de Vishnu e Shiva. Para estes deuses existem incontáveis templos de adoração, mas para Brahma, apenas um, que fica no lago Pushkar em Ajmer.
Um Dia de Brama
Brahma vive cem anos, mas não são anos humanos, são "anos de Brama". O período do dia ou da noite da vida do deus é chamado de Kalpa, quando a noite de Brama chega, o universo é reabsorvido (Pralaya) no seu sono divino. Um Kalpa corresponde a 4.320.000.000 anos terrestres.
A idade da Terra é medida em quatro Yugas ou "Eras", que são:
* Satya-Yuga: 4.800 anos
* Treta-Yuga: 3.600 anos
* Dwapara-Yuga: 2.400 anos
* Kali-Yuga: 1.200 anos
o Total: 12.000 anos
A cada Yuga que se passa, a virtude no mundo vai caindo progressivamente.
Na Satya-Yuga a virtude prevalece e o mal é desconhecido.
Na Treta-Yuga a virtude cai para três quartos.
Na Dwapara-Yuga a virtude já caiu pela metade.
Na Kali-Yuga, só resta um quarto de virtude.
As quatro Yugas juntas formam a Mahayuga.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Mitologia Hindu: Vishnu
Vishnu
Segundo a literatura Védica, Vishnu é a manifestação direta do supremo, encarregada da Criação Cosmica, e possui três aspectos básicos: KARANODAKASHAY, GARBODAKASHAY e KISHIRODAKASHAY.
Também conhecido como NARAYANA, VASUDEVA, JAGANNATHA, Vishnu é um dos deuses principais da trindade hindú. Representa SATTVAGUNA, o modo da bondade, e é responsável pela Sustentação, Proteção, e Manutenção do Universo.
Vishnu é a fonte original de todos os Avatares e deuses. Ele está Presente em cada átomo da criação, bem como no coração de todos os seres. Todos os univeros materiais saem de seus poros em seu aspecto de KARANODAKASHAY, a causa de todas as causas.
Vishnu é o BHAGAVAN original, ou seja, a fonte das seis opulências: Riqueza, Poder, Beleza, Fama, Conhecimento e Abnegação.
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- Simbologia e Mitos:
Como é descrito no BHAGAVATA PURANA, Vishnu possui um rosto belíssimo e de expressão sempre agradável.
Seus menbros são perfeitos, livre de defeitos, seus olhos e lábios são rosados como o sol nascente. Os verdadeiros yogues meditam nessa forma transcedental situada no coração, sob a luz das unhas de seus pés de lótus, semelhantes a jóias.
Em seus quatro braços ele porta uma DUDARSHANA CHAKRA, (disco), GADA (maça), PADMA, (lótus e SHANKA (búzio).
Garuda, o gigante homem pássaro, é seu carregador.
Vishnu concede os frutos das ações aos seres vivos, ou seja, o resultado do KARMA bom ou mal, e é o controlados de todos os movimentos dos seres no universo.
É o outorgador de todas as bençãos. Ele é conhecido por sua bondade e por sempre atender aos pedidos de seus devotos. Seu planeta é espiritual, conhecido por SWETADWIPA ( Estrela Polar).
É dito que no mundo espiritual (VAIKUNTHA) que Vishnu é adorado com muito afeto e dedicação por centenas de milhões de LAKSHMIS, deusas da fortuna.
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- O Mito:
Na mitologia hindu, Vishnu (em hindi विष्णु - da raiz sânscrita vishva, "tudo"), juntamente com Shiva e Brahma formam a trimurti, a trindade hindu, na qual Vishnu é o deus responsável pela manutenção do universo.
A esposa de Vishnu é a deusa Lakshmi, deusa da prosperidade e sorte, que o acompanha, encarnado na terra, como esposa de seus avatares.
Seu veículo é Garuda, a águia gigante.
Vishnu tem uma forte relação com a água (Nara), tanto que um de seus nomes é Narayana, aquele que flutua sobre as águas.
Ele é representado ao lado de uma Serpente com muitas cabeças.
Do seu umbigo, nasce uma flor de Lótus da qual emerge Brama, o deus criador do universo.
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- Os Símbolos:
Nas duas representações comuns de Vishnu, ele aparece flutuando sobre ondas em cima das costas de um deus-serpente chamado Shesh Nag, ou flutuando sobre as ondas com seus quatro braços, cada mão segurando um de seus atributos divinos, uma concha, um disco de energia, um lótus e um cajado.
A concha se chama Pantchdjanya, que têm nela todos os cinco elementos da criação: ar, fogo, água, terra e éter. Quando se assopra nessa concha, pode se ouvir o som que deu origem à todo o universo, o Om.
O disco, ou roda de energia de Vishnu, se chama Sudarshana, e representa o controle dos seis sentimentos, servindo de arma para cortar a cabeça de qualquer demônio.
O Lótus de Vishnu, se chama Padma, e é o símbolo da pureza e representa a Verdade por trás da ilusão.
O cajado de Vishnu, se chama Kaumodaki, ele representa a força da qual toda a força física e mental do universo são derivadas.
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- As Faces:
Segundo o hinduísmo, Vishnu vem ao mundo de diversas formas, chamadas avatares, que podem ser humanas, animais ou uma combinação dos dois. Todos esses avatares aparecem ao mundo, quando um grande mal ameaça a Terra; no total, existem dez avatares de Vishnu, dos quais nove já se manifestaram no nosso mundo - sendo Rama e Krishna os mais conhecidos - e um outro ainda está por vir. São eles:
- Matsya, o Peixe;
- Kurma, a Tartaruga;
- Varaha, o Javali;
- Narasimha, o Homem-Leão;
- Vamana, o Anão;
- Parashurama, o Homem com o machado;
- Rama, o arqueiro;
- Krishna
- Buddha, o Iluminado (Sidarta Gautama)
- Kalki, o espadachim montado a cavalo que ainda está por vir.
- Outros Nomes de Vishnu
Há uma famosa prece hindu chamada "Vishnusahastanama-stotra" (ou "Os Mil Nomes de Vishnu"). Esses nomes derivam dos atributos do deus. Eis alguns dos principais:
* Acyutah (firme, permanente)
* Ananta (sem fim, eterno, infinito)
* Kesava (de cabelo abundante e belo)
* Narayana (o que está sobre a água)
* Madhava (relacionado à primavera)
* Govinda (chefe dos pastores: um nome de Krishna)
* Madhusudanah (aquele que destrói o demônio Madhu)
* Trivikrama
* Vamana (anão)
* Aridhara
* Hrsikeshah
* Padmanabha (de cujo umbigo brota o lótus que contém Brama)
* Damodara (um nome de Krishna)
* Gopala (pastor: refere-se a Krishna)
* Janardanah
* Vāsudeva (filho de Vasudeva: refere-se a Krishna)
* Anantasayana
* Sriman
* Srinivasa
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Mitologia Hindu: Shiva
Shiva
Também conhecido como Mahadeva, o supremo dos deuses, Shiva é um deus ("Deva") hindu, o Destruidor (ou o Transformador). É um dos três principais deuses do panteão hindu, participante da Trimurti juntamente com Brahma (o Criador) e Vishnu (o Preservador).
SHIVA é o deus da renovação.
As vezes ele é visto como Nataraja – o deus das artes e das danças, o dançarino cósmico, bem como o senhor das artes marciais e o protetor dos animais.
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- Simbologia e Mitos:
Numa de suas mãos ele carrega um pequeno tambor que anuncia a criação e noutra, o fogo da renovação.
Sua mão estendida representa sua força superior, e o pé levantado simboliza a liberação.
Ele dança sobre um demônio que representa a escuridão e o mal, estando assim, acima da ignorância e de todo mal, e em seu braço direito há uma serpente demonstrando que SHIVA domina todas as riquezas naturais.
As lendas dizem que o rio Ganges nasce de sua cabeça.
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- O Mito:
SHIVA é o controlador de toda a ira e é conhecido por sua imensa benevolência e misericórdia, concedendo-a a todos muito facilmente. Às vezes ele é encontrado num estado de meditação, demonstrando que é o deus da Yoga.
SHIVA é o senhor de DURGA – a deusa da natureza material – e é transcedental a qualquer desejo ou ilusão material.
Ele é o pai de Ganesha – o deus da boa sorte e prosperidade.
De acordo com as escrituras Védicas, SHIVA é o símbolo máximo da potência masculina.
Em seu planeta, a montanha KAILASA, existem apenas entes femininos, e quem quer que pise na terra dele, imediatamente se transforma em mulher.
SHIVA, possui um terceiro olho que sempre permanece fechado, pois no momento em que abri-lo, toda a criação será incinerada pelo calor abrasivo do fogo da renovação. Dizem os orientais que SHIVA protege a casa dos seus seguidores de todos os tipos de males.
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- Yoga
Na tradição hindu, Shiva é o destruidor, que destrói para construir algo novo, motivo pelo qual muitos o chamam de "renovador" ou "transformador". As primeiras representações surgiram no período Neolítico (em torno de 4.000 a.C.) na forma de Pashupati, o "Senhor dos Animais". A criação da ioga, prática que produz transformação física, mental e emocional, portanto, intimamente ligada à transformação, é atribuída a ele.
Shiva é o deus supremo (Mahadeva), o meditante (Shankara) e o benevolente, onde reside toda a alegria (Shambo ou Shambhu).
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- Os Símbolos:
- A Trishula
O tridente que aparece nas ilustrações de Shiva é chamado de trishula. É com essa arma que ele destrói a ignorância nos seres humanos.
As três pontas da trishula representam as três qualidades dos fenômenos: tamas (a inércia), rajas (o movimento) e sattva (o equilíbrio)
- A serpente
A serpente naja é a mais mortal das serpentes. Usar uma serpente em volta da cintura e do pescoço simboliza que Shiva dominou a morte e tornou-se imortal.
Na tradição da yoga, ela também representa kundalini, a energia de fogo que reside adormecida na base da coluna. Quando despertamos essa energia, ela sobe pela coluna, ativando os centros de energia (chakras) e produzindo um estado de hiperconsciência (samádhi), um estado de consciência expandida.
- Ganga
No topo da cabeça de Shiva se vê um jorro d'água. Na verdade é o rio Ganges (Ganga) que nasce nos pés do Senhor Vishnu, e jorra na cabeça de Shiva. Há uma lenda que diz que Ganges era um rio muito violento e não podia descer à Terra pois a destruiria com a força do impacto. Então, os homens pediram a Shiva que ajudasse e ele permitiu que o rio tão logo saísse do Mundo Espiritual, caísse primeiro sobre sua cabeça, amortecendo o impacto e depois, mais tranqüílo, corresse pela Terra.
- Lingam
Lingam ("emblema", "distintivo", "signo"), também chamado de linga, é o símbolo fálico de Shiva. Ele representa o pênis, instrumento da criação e da força vital, a energia masculina que está presente na origem do universo. Está associado ao poder criador de Shiva.
O lingam é o emblema de Shiva. Na Índia, reverenciar o lingam é o mesmo que reverenciar a Shiva. Ele pode ser feito em qualquer material, embora o preferido seja o de pedra negra. Na falta de uma escultura, se constrói um lingam com a areia da praia ou do leito do rio; ou simplesmente se coloca em pé uma pedra ovalada.
É comum, nos templos, se pendurar sobre o lingam uma vasilha com um pequeno orifício no fundo. A água é derramada constantemente sobre ele numa forma de reverência. A base do lingam representa yoni, a vagina, mostrando que a criação se dá com a união do masculino e feminino.
- Damaru
Damaru é o tambor em forma de ampulheta que representa o som da criação do universo. No hinduísmo, o universo brota da sílaba /ôm/. É interessante comparar essa afirmação com a conhecido prólogo do Evangelho de São João: "No princípio era o Verbo (a sílaba, o som). E o Verbo era Deus. (...) Tudo foi feito por Ele (o Verbo) e sem Ele nada se fez."
É com o som do damaru que Shiva marca o ritmo do universo e o compasso de sua dança. As vezes, ele deixa de tocar por um instante, para ajustar o som do tambor ou para achar um ritmo melhor e, então, todo o universo se desfaz e só reaparece quando a música recomeça.
- Fogo
Shiva está intimamente associado ao fogo, pois esse elemento representa a transformação. Nada que tenha passado pelo fogo, permanecerá o mesmo: o alimento vai ao fogo e se transforma, a água se evapora, os corpos cremados viram cinzas. Assim, Shiva nos convida a nos transformarmos através do fogo da ioga. O calor físico e psíquico que essa prática produz nos auxilia a transcender nossos próprios limites.
- Nandi
Nandi ("aquele que dá a alegria") é o touro branco que acompanha Shiva, sua montaria e seu mais fiel servo. O touro está associado às forças telúricas e à virilidade. Também representa a força física e a violência. Montar o touro branco, significa dominar a violência e controlar sua própria força.
Sua devoção por seu senhor é tão grande que sempre se encontra sua figura diante dos templos dedicados a Shiva. Ele está deitado, guardando o portão principal.
- A lua crescente
A lua, que muda de fase constantemente, representa a ciclicidade da natureza e a renovação contínua a qual todos estamos sujeitos. Ela também representa as emoções e nossos humores que são regidos por esse astro. Usar um crescente nos cabelos simboliza que Shiva está além das emoções. Ele não é mais manipulado por seus humores como são os humanos, ele está acima das variações e mudanças, ou melhor, ele não se importa com as mudanças pois sabe que elas fazem parte do mundo manifesto. Os mestres que se iluminaram afirmam que as transformações pelas quais passamos durante a vida (nascimento e morte, o final de uma relação, mudança de emprego, etc.) não afetam nosso ser verdadeiro e, portanto, não deveríamos nos preocupar tanto com elas.
___
- Faces:
- Shiva Nataraja
Neste aspecto, Shiva aparece como o rei (raja) dos dançarinos (nata).
Ele dança dentro de um círculo de fogo, símbolo da renovação e, através de sua dança, Nataraja cria, conserva e destrói o universo. Ela representa o eterno movimento do universo que foi impulsionado pelo ritmo do tambor e da dança. Apesar de seus movimentos serem dinâmicos, como mostram seus cabelos esvoaçantes, Shiva Nataraja permanece com seus olhos parados, olhando internamente, em atitude meditativa. Ele não se envolve com a dança do universo pois sabe que ela não é permanente. Como um yogue, ele se fixa em sua própria natureza, seu ser interior, que é perene.
Em uma das mãos, ele segura o Damaru, o tambor em forma de ampulheta com o qual marca o ritmo cósmico e o fluir do tempo. Na outra, traz uma chama, símbolo da transformação e da destruição de tudo que é ilusório. As outras duas mãos, encontram-se em gestos específicos. A direita, cuja palma está a mostra, representa um gesto de proteção e bênçãos (abhaya mudrá). A esquerda representa a tromba de um elefante, aquele que destrói os obstáculos.
Nataraja pisa com seu pé direito sobre as costas de um anão. Ele é o demônio da ignorância interior, a ignorância que nos impede de perceber nosso verdadeiro eu. O pedestal da estátua é uma flor de lótus, símbolo do mundo manifestado.
A imagem toda nos diz: "Vá além do mundo das aparências, vença a ignorância interior e torne-se Shiva, o meditador, aquele que enxerga a verdade através do olho que tudo vê (terceiro olho, Ájña Chakra)."
- Pashupati
Pashupati ("senhor dos animais", de pashu, "animais", "feras", "bestas", e pati, "senhor", "mestre") é uma das primeiras representações de Shiva e surgiu no neolítico, por volta de 4.000 a.C.. É representado com três faces, olhando o passar do tempo (passado-presente-futuro). A coroa em forma de cornos de búfalo evidencia a proximidade de Shiva com esse animal que representa as forças da terra e da virilidade. Pashupati está sentado em posição de meditação, o que nos faz pensar que as técnicas meditativas já existiam naquele período. Os quatro animais ao seu redor são o tigre, o elefante, o rinoceronte e o búfalo. Por ser o Senhor das Feras, Pashupati podia meditar entre elas sem ser atacado. Mas, há um outro simbolismo. Esses animais podem representar nossas emoções e instintos mais básicos como o orgulho, a força bruta, o ódio e a sexualidade desenfreada. Pashupati, então, é também aquele que domou suas feras interiores, suas emoções e convive sabiamente com elas. O Shiva Purana, conta que os deuses estavam em luta com os demônios e, como não estavam conseguindo vencê-los, foram pedir auxílio a Shiva. Shiva lhes disse: "Eu sou o Senhor dos Animais (Pashupati). Os corajosos titãs só poderão ser vencidos se todos os deuses e outros seres assumirem sua natureza de animal." Os deuses hesitaram pois achavam que isso seria uma humilhação. E Shiva falou novamente: "Não é uma perda reconhecer seu animal ( a espécie que corresponde no mundo animal ao princípio que cada deus encarna no plano universal). Apenas aqueles que praticam os ritos dos irmãos dos animais (Pashupatas) podem ultrapassar sua animalidade." Assim, todos os deuses e titãs reconheceram que eram o rebanho do Senhor e que ele é conhecido pelo nome de Pashupati, O Senhor dos animais. Esse textos nos mostra a ligação do Yoga primitivo com o Xamanismo.
- Ardhanaríshvara
O lado direito da estátua é claramente masculino, apresentando os atributos de Shiva: a serpente, o tridente, etc. Do lado esquerdo, vemos uma figura feminina, com os trajes típicos, o brinco feminino, etc. Esse aspecto de Shiva representa a união cósmica entre o princípio masculino (Shiva) e o feminino (Parvati), entre a consciência (Shiva) e a matéria (Parvati).
As cobras que Shiva usa como colares e braceletes simbolizam o seu triunfo sobre a morte, a sua imortalidade.
O filete de água que se vê jorrar de seus cabelos é o rio Ganges. Conta a lenda que o Ganges era um rio muito revolto que corria na morada dos deuses. Os homens pediram para que o rio corresse também na terra. Porém, devido à violência do rio, seu impacto com a terra seria muito violento, terminando por aniquilá-la. Para resolver o problema, Shiva permitiu que o rio primeiro passasse por sua cabeça para amenizar o impacto com a terra, em seguida escorresse suavemente pelos seus longos cabelos.
Fonte: Wikipedia e outras fontes diversas
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Uma Pequena Introdução aos Principais Deuses Hindus
Uma Pequena Introdução aos Principais Deuses Hindus
Brahma
É o primeiro deus da Trindade Hindu: Brahma, Vishnu e Shiva. Sem ele nada existiria.
Para os Hindus, o universo vive sendo destruído para ser reconstruído novamente por Brahma, eternamente.
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Shiva – O destruidor
Shiva é o terceiro deus da trindade Hindu; ou trimurti, junto com Vishnu e Brahma. Ele é tudo, logo, aparece de muitas formas diferentes.
Tem mais de mil nomes, como (Maheshvara) Senhor do conhecimento, (Mahakala) Senhor do Tempo.
Shiva é o deus supremo (Mahadeva), o pacífico (Shankara) e o benevolente, onde reside toda a alegria (Shambo ou Shambhu).
Ele é o criador e é o destruidor e preservador. Geralmente é retratado em três faces:
- Duas opostas, como macho e fêmea, grande iogue e chefe de família diligente
- Como Bhairava, o destruidor
- E a terceira, com uma face serena e pacífica, que as reconcilia.
Na tradição hindu, Shiva é o destruidor. Na verdade ele destrói para construir algo novo, assim, é melhor chamá-lo de "renovador" ou "transformador". Suas primeiras representações surgiram no neolítico (4.000 a.C.) na forma de Pashupati, o Senhor dos Animais.
A criação do Yoga é atribuída a ele.
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Vishnu – O preservador
“Aquele que toma muitas formas”, não era proeminente nos Vedas, mas tornou-se uma importante divindade e um membro da trindade Hindu. Ele preserva o Universo.
Duas reencarnações do deus Vishnu (Narasinha, o leão, e Varaha, o javali) provavelmente remontam sua origem aos cultos locais de animais.
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Mahadevi - A deusa mãe
Manifesta-se tanto como consorte das principais divindades masculinas hindus como de uma forma genérica, várias deuses e mulheres, que podem ser benignas e frutuosas (como Laskshmi ou Parvati), ou poderosas e destrutivas (como Kali e Durga).
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Ganesh
Filho de Shiva, tem cabeça de elefante. É o deus mais popular do Hinduísmo. É sábio, ponderado e bem versado nas escrituras. É invocado pelos crentes antes de qualquer empreendimento para assegurar o seu êxito.
Ganesha é o símbolo das soluções lógicas, e deve ser interpretado como tal. Seu corpo é humano enquanto que a cabeça é a de um elefante, e ao mesmo tempo, seu transporte (vahana) é um rato. Desta forma Ganesha representa uma solução lógica para os problemas, ou "Destruidor de Obstáculos".
Sua consorte é Buddhi (um sinônimo de mente) e ele é adorado junto de Lakshmi (a deusa da abundância) pelos mercadores e homens de negócio. A razão sendo a solução lógica para os problemas e a prosperidade são inseparáveis.
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Matsia
O Peixe de Chifres que representa a intercessão de Vishnu no tempo do Dilúvio Universal. O peixe avisou Manu (que é o Noé Hindu) e salvou-o com o barco preso aos seus chifres.
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Kurma
A tartaruga. É o segundo avatar de Vishnu que apareceu na Terra depois do Dilúvio para recuperar os tesouros.
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Varaha
O Javali. Originalmente o Porco Sagrado de um culto primitivo, tornou-se num avatar de Vishnu depois de um segundo Dilúvio. Cavando sob a água com as presas, ele fez subir a terra e reestabeleceu a terra firme.
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Narasima
O Leão-Homem que foi um avatar de Vishnu. Brahma tinha dado invulnerabilidade a um Demônio durante o dia e durante a noite. O avatar matou o demônio até ao crespúsculo.
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Vamana
O Anão. É outro avatar que se transformou num gigante para frustrar um Demônio que procurava controlar o Universo. Tendo permissão para conservar tudo o que pudesse cobrir com três passos, Vamana abrangeu o céu, a terra e o ar intermediário.
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Parasurama
Foi Vishnu como filho de um Brâmane roubado pelo rei Kshatryia.
Parasurama matou o rei, cujos os filhos por sua vez mataram o Brâmane. Então Parasurama matou todos os Kshatryias masculinos durante 21 gerações.
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Rama
O Herói da epopéia literário-religiosa “O Ramaiana”, Foi um outro avatar de Vishnu que venceu Ravana, o mais terrível Demônio do Mundo.
Rama representa o Hindu ideal: um marido gentil, um rei bondoso e um chefe corajoso contra a opressão.
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Krishna
É o avatar mais importante de Vishnu.
Foi um Deus-Herói amado pelos seus aspectos: como um menino travesso, como um adolescente amoroso, como um herói adulto que proferiu as grandes lições do “Bagavad Gita”.
Esses aspectos de Krishna tiveram origens diferentes: árias, dravídicas e talvez cristãs.
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Lakshmi
Mulher de Vishnu. Muitas vezes aparece sentada numa flor de Lótus e empunhando outra, Representa a Boa Sorte. Os seus companheiros são dois elefantes. Sendo por si mesma uma importante Deusa.
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Sita
Mulher de Rama que é um avatar de Vishnu. Ela é uma encarnação de Lakshmi.
Representa a esposa Hindu ideal. Foi rapatada pelo Demônio Ravana e levada para a morada deste, mas permaneceu devotada ao marido.
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Hanuman
O Rei dos Macacos que emprestou a sua agilidade, a sua velocidade e a sua força a Rama para ajudar a salvar Sita de Ravana. Pediu em troca que pudesse viver enquanto os homens se lembrassem de Rama. Assim Hanuman tornou-se imortal.
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Garuda
Vishnu aparece montado em Garuda. É uma ave mítica de cara branca, de cabeça e asas de águia e corpo e membros de homem. Transporta o Deus no seu cintilante dorso dourado. Muitas vezes era confudida com o Deus do fogo, Ágni.
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Além das divindades principais, Shiva, Brahma, Vishnu e as deusas, há numerosas outras que ocupam importantes posições no panteão hindu:
Surya: o deus do sol
Agni: o deus do fogo
Indra: o deus da guerra
Vayu: o deus do vento
Fonte: Diversas na Internet
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Deuses Hindus
Deuses de Base:
Brama
Vishnu
Shiva
Deidades:
Aditya
Mitra
Aryaman
Bhaga
Varuna
Daksha
Ansa
Indra
Savitri
Deuses auxiliares:
Ganesha
Parvati
Saraswati
Lakshmi
Cali
Outros deuses:
• Agni
• Akilandeswari
• Amrita
• Ardjuna
• Bali
• Bavani
• Durca
• Garuda
• Indra
• Mahadeva
• Manu
• Râma
• Shashti
• Surya
• Vayú
Fonte: Wikipedia
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Ásana: Surya Namaskāra - Como Executar
Surya Namaskāra
Vamos associar os ásanas que compõe o Surya Namaskara com as etapas da respiração, os mantras correspondentes e o Chakra de atuação em cada ásana:
| Asana | Respiração | Mantra | Chakra |
|---|---|---|---|
| Pranamasana | exhale | Om mitrāya namaha | Anahata |
| Hasta uttanasana (Raised arms) | inhale | Om ravaye namaha | Vishuddi |
| Padahastasana (Forward fold) | exhale | Om suryāya namaha | Swadhisthana |
| Ashwa sanchalanasana (Low lunge) | inhale | Om bhānave namaha | Ajna |
| Parvatasana (Mountain) | exhale | Om khagāya namaha | Vishuddi |
| Ashtanga namaskara (Caterpillar) | suspend (kumbhak) | Om pushne namaha | Manipura |
| Bhujangasana (Cobra) | inhale | Om hiranya gharbāya namaha | Swadhisthana |
| Parvatasana (Mountain) | exhale | Om marichaye namaha | Vishuddi |
| Ashwa sanchalanasana (Low lunge) | inhale | Om ādityāya namaha | Ajna |
| Padahastasana (Forward fold) | exhale | Om savitre namaha | Swadhisthana |
| Hasta uttanasana (Raised arms) | inhale | Om arkāya namaha | Vishuddi |
| Pranamasana | exhale | Om bhāskarāya namaha | Anahata |
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
Kurma, a Tartaruga Real e o Ásana Kurmasana
Kurma Tartaruga Real
Kurma em sânscrito significa tartaruga.
As Tartarugas tem um significado e forte ligação com o elemento Terra.
No Yoga existe um ásana com o nome de Kurmasana.

Ásana: Ardha – Kurmasana
Vantagens:
As Tartarugas tem um significado e forte ligação com o elemento Terra.
No Yoga existe um ásana com o nome de Kurmasana.
Kurma é também o segundo avatar do deus Vishnu. Com esse avatar, Vishnu toma a forma de uma tartaruga. Kurma é representado com a parte de baixo sendo uma tartaruga, e a parte de cima sendo um humano. Na parte de cima, Kurma é representado com quatro braços, cada um segurando um atributo.
Nos Vedas, as escrituras sagradas da Índia é dito que Kurma se manifestou para que o batimento do oceano pudésse ser concretizado. Nessa forma, Vishnu salvou os Devas da mortalidade e de sua perda de poder para os Assuras salvando assim, a espécie humana.

Ásana: Ardha – Kurmasana
Vantagens:
- Proporciona relaxamento físico e mental
- Alivia e cura problemas de indigestão.
- Alonga a parte inferior dos pulmões.
- Aumenta a circulação sangüínea no cérebro.
- Fortalece a musculatura abdominal.
- Aumenta a flexibilidade das articulações dos quadris, escápulas, deltóides
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