quinta-feira, 18 de março de 2010

Ásana: Sarvangásana

Sarvangásana


É conhecida como sendo a “invertida sobre os ombros” ou pose da “vela”.

Sarva = tudo

Añga = parte. Faz referências as partes do corpo.

Portanto, a tradução seria "todas as partes".





Passo-a-Passo:

Deite-se no chão com as mãos ao lado dos quadris. Com as pernas estendidas, eleve-as para que fiquem perpendiculares ao solo, tirando os quadris do solo e apoiando as mãos na altura dos rins. Deixe as pernas estendidas com os pés apontando para o teto.
Procure deixar o corpo bem reto, perpendicular ao solo.
Permaneça na posição pelo máximo de tempo que conseguir.
Retorne lentamente, pousando vértebra por vértebra no solo. Pouse o corpo no solo e descontraia-o pelo tempo que achar necessário.

A invertida sobre os ombros requer uma compensação através de uma retroflexão (por exemplo: matsyásana, Viparita Dhanurásana ou Chakrásana).
Especialmente para este ásana, a compensação indicada é o Matsyásana pois há uma grande utilização da articulação cervical.


- Variação: Salamba Sarvangásana:


 - Variações para Compensação: Matsyásana:

terça-feira, 16 de março de 2010

Ásana: Sírshásana

Sírshásana
(ṣīrśāsana)

É a famosa "invertida sobre a cabeça”.

Sírsha, shírsh, shíra, síra, são todas variações para designar cabeça.

É considerada como sendo a posição mais importante da prática de Yôga.
Muitos recomendam que se pratique pelo menos o Sírshásana diariamente, com uma boa permanência, mesmo que não se tenha tempo de realizar uma prática completa.


- Passo-a-Passo:

Sentado sobre os joelhos, coloque os cotovelos no chão e entrelace os dedos formando uma base triangular no solo. Apoie o topo da cabeça no chão. As mãos com os dedos entrelaçados ficarão apoiadas na parte de trás da cabeça. Apoie o peso do corpo sobre a cabeça e estique os joelhos mantendo as pernas estendidas.
Caminhe para a frente, aproximando-as o máximo que puder do tronco.
Dobre uma das pernas, tirando o pé do chão e aproximando a coxa do abdomen.
Repita com a outra perna e endireite as costas.
Se conseguir fazer isso sem impulso, será melhor. Conseguindo equilibrar-se na posição, estique as pernas para o alto (os pés ficam voltados para o teto).
Permaneça na posição pelo tempo que conseguir.
Para retornar, retorne lentamente uma perna após a outra. Sente-se sobre os joelhos.

Compense a invertida mantendo o tronco abaixado, sobre as coxas, próximo ao solo. Pouse uma mão sobre a outra, no solo à sua frente, apoie a testa nas mãos. Respire livremente. Permaneça o tempo que desejar.

domingo, 14 de março de 2010

Principais Ásanas em Sânskrito


Principais Ásanas em Sânskrito
(Alguns têm nomes alternativos e tradução para o português)

Adho Mukha Svanasana
Uttána Chatuspádásana

Adho Mukha Vrksasana
Dwáhasta Vrishkásana

Adho Puranasana

Ardha Puranasana

Anjali Mudra
Prônam Mudrá
Palmas unidas

Ardha Chandrasana

Ardha Matsyendrasana

Baddha Konasana

Bakasana
Kakasana

Balasana
Garbhasana

Bharadvajasana

BhadrAsana

Bhujangasana
Cobra

Chakrasana

Chaturanga Dandasana
Chatuspádásana;

Dandasana
Puranasana

Dhanurasana

Eka Pada Rajakapotasana

Garudasana

Gomukhasana

Halasana

Hanumanasana

Janu Sirsasana

Kakasana
Bakasana

Krounchasana
Úrdhva Janúsirshásana

Kukkutasana

Kurmasana

Maha shavasana

Makarasana

Mandukásana

Matsyasana

Matsyendrasana

Mayurasana

Natarajasana

Pada Hasthasana

Padmasana
Lotus

Paripurna Navasana
Vajrôlyásana

Parivrtta Parsvakonasana
Vakra Trikonásana

Parivrtta Trikonasana
Vakra Trikonásana

Pasasana
Baddha Utkasana

Paschimottanasana
Paccimasana, Paschima tana

Prasarita Padottanasana
Mahá Trikonásana

Salabhasana

Sarvangasana

Savasana
Shavasana, Sarvasana

Setu Bandha Sarvangasana
Sethubandasana

Siddhasana
Muk-tasana, Guptasana

Simhasana

Sirsasana
sirshásana
Invertida sobre a cabeça

Sukkasana

Supta Baddha Konasana

Supta Padangusthasana

Supta Virasana

Svastikasana

Tadasana
Padásana

Trikonasana

Udara Shavasana

Upavistha Konasana

Urdhva Dhanurasana

Urdhva Mukha Svanasana
Úrdhwa Bhujangásana

Ustrasana

Utaana Kurmasana

Utkatasana

Uttanasana

Uttara Shavasana

Utthita Hasta Padangusthasana

Utthita Parsvakonasana

Utthita Trikonasana

Vasisthasana

Viparita Karani

Vajrasana

Virasana

Vrksasana

sexta-feira, 12 de março de 2010

Capítulos do Yoga Sutra


Capítulos do Yoga Sutra:

Samadhi pada (Estado de União)
Sadhana pada (Prática)
Vibhuti pada (Poderess)
Kaivalya pada (Emancipação)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Palavras, metas, inteligência e imaginação fundem-se e transformam-se



Words, purpose, intelligence and imagination merge and transform.

Palavras, metas, inteligência e imaginação fundem-se e transformam-se.

segunda-feira, 8 de março de 2010

O Sol


O Sol é tema corrente de diversos artigos de Yoga. Na tradição Védica o fogo (elemento básico associado ao Sol) representa o conhecimento. E o conhecimento é a luz da consciência; é o que transforma, purifica e liberta. No Yoga o caminho do conhecimento é conhecer “a si mesmo”, a unidade.

O Yoga nos mostra que não há diferença entre o indivíduo e o Todo. Devemos ainda manter contato com a natureza e seus elementos como forma de integração e união com o Todo.

“A matéria que compõe o meu corpo é a mesma que forma as estrelas. A inteligência que rege o cosmos é a mesma inteligência que rege o meu corpo. A Consciência que ilumina a minha mente é a mesma que ilumina todas as mentes e que ao mesmo tempo tudo permeia.”

Fonte: www.cadernosdeyoga.com.br

sexta-feira, 5 de março de 2010

Frase: A Saúde... - Mahatma Gandhi

"A saúde é o resultado não só de nossos atos como também de nossos pensamentos."

( Mahatma Gandhi )

quarta-feira, 3 de março de 2010

Ásana: Anjaneyasana (variação)

Anjaneyasana (variação)
High Lunge, Variation

Variação do Bote Alto


Passo-a-Passo:

Inicie em Adho Mukha Svanasana (Downward-Facing Dog).

Expire e dê um passo colocando seu pé direito entre suas mãos, alinhando seu joelho e calcanhar. Mantenha sua perna esquerda forte e firme. Inspire eleve seu dorso para cima. Ao mesmo tempo eleve suas mãos em um amplo movimento, estendendo-a acima da cabeça. Una as palmas das mãos.
Tome cuidado para não sobrecarregar a região lombar.
Permaneça na posição de 30 segundos à 1 minuto.
Expire e incline o dorso para frente fazendo-o relaxar sobre a coxa. Pouse as palmas das mãos no solo, voltando ao apoio.
Com outra expiração retorne seu pé direito à posição do Down Dog mantendo essa posição por alguns segundos. Repita a sequência com a perna oposta.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Ásana: Anjaneyasana


Anjaneyasana
Low Lunge

Variação do Bote Baixo


Passo-a-Passo:

Inicie em Adho Mukha Svanasana (Downward-Facing Dog).
Expire e dê um passo colocando seu pé direito entre suas mãos, alinhando seu joelho e calcanhar. Depois pouse seu joelho esquerdo no solo e, mantendo o joelho direito fixo, deslize o quadril para frente até que você fique numa posição confortável de alongamento da coxa e da virilha.
Pouse o dorso do seu pé esquerdo no chão.
Inspire e mantenha seu dorso perpendicular ao solo.
Perpendicularmnete, eleve suas mãos para o alto e una palmas das mãos no alto da cabeça. Os dedos devem apontar para o teto, o peito deve ficar “aberto” e estar firme na posição.
Mantenha a cabeça ereta, olhando para a frente.
Permaneça na posição por cerca de 1 minuto.
Expire e retorne, inclinando o dorso para a frente e apoiando as mãos no solo. Tire o joelho do solo e retorne à posição de Adho Mukha Svanasana.
Repita a sequência com o pé esquerdo.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Ásana: Natarajasana

Natarajasana
Lord of the Dance Pose

Pose do Lorde da Dança - Natarajasana
(not-ah-raj-AHS-anna)


nata = ator, dançarino (actor, dancer, mime)

raja = rei (king)


Passo-a-Passo:

Inicie o asana na posição de Tadasana (Mountain Pose).
Inspire e mantenha seu peso sobre seu pé direito, dobre sua perna esquerda para trás em direção à nádega. Segure seu pé com a mão esquerda e faça força para estender a perna esquerda enquanto curva a coluna ligeiramente para trás (o peito deve se “abrir” e ser projetado).
Existem duas variações para a mão direita: a primeira, estique-a para a frente, mantendo-a paralela à linha do solo; a segunda, estique-a e eleve-a.
Permaneça na posição de 20 à 30 segundos, expire e retorne. Repita com a a outra perna e braço.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Sucesso
BK Prabhaka
 

Os cinco "Ds" do sucesso são:

(1) Disciplina. É essencial para uma vida valiosa. Pratique-a e veja o benefício.

(2) Devoção. Todo seu esforço deve ter devoção ou paixão. Ela elimina a emoção negativa e cria uma mente perfeita.

(3) Dedicação. Seja o que você esteja fazendo, faça com dedicação. Não deixe que os obstáculos o provoquem. Concentre esforços na meta e você alcançará elevação.

(4) Determinação. Ela não permitirá que seu entusiasmo diminua.

(5) Discernimento. É a habilidade de julgar e tomar a decisão correta.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A Fisiologia do Yoga – Parte 2


A Fisiologia do Yoga – Parte 2


Considerando o Ashtanga Sadhana, descrito pelo Yoga Antigo, encontramos as seguintes técnicas: Mudrá, Pujá, Mantra, Pranayama, Kriyá, Asana, Yoganidra e Samyama. 
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" Mudrá”:
Na introdução do seu livro Mudrás - as mãos como símbolo do Cosmos, Ingrid Ramm-Bonwitt diz:

"palavra com muitos significados, é caracterizada como gesto, posicionamento místico das mãos, como selo ou também como símbolo. Estas posturas simbólicas dos dedos ou do corpo podem representar plasticamente determinados estados ou processos de consciência. Mas as posturas determinadas podem também, ao contrário, levar aos estados de consciência que simbolizam.”
A neurolinguística afirma, através de seus representantes, que 55% da linguagem humana é gestual, contemplando apenas parte do significado total atribuído acima.
Outra consideração importante é a que nos lembra que cada área de nosso corpo tem seu mapa representativo no cérebro. Portanto, quando melhoramos a maneira como nos expressamos, aumentamos as relações sinápticas.
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" Pujá”

Pode ser traduzido como adorar, prestar culto, venerar, honrar, reverenciar, retribuir força interior. Induz verbalmente o praticante a estados emocionais de paz, alegria e satisfação. E estes estados emocionais favorecem a resposta imune.
No documentário "Quem somos nós?", verificamos a dependência que os estados emocionais causam nas pessoas, sejam estes sentimentos positivos ou negativos. Tais condicionamentos devem ser objetos constantes nas práticas de Yoga, buscando uma ótima autonomia emocional.
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" Mantra”

Contração de manas=pensar e tra=instrumento

São sons e ultra-sons.

Kirtan: objetivo é treinar a extroversão do praticante.
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" Pranayama”

São exercícios respiratórios. Sua função sobre o sistema nervoso central é incrível. O ato de expirar o ar lentamente reduz os batimentos cardíacos inerentes à overdose de adrenalina característicos do nervosismo.
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" Kriyá”

Kryá significa ação.
É a técnica de limpeza das mucosas do organismo. Na sua forma mais simples, ela é feita com ar e tem como representativo o Nauli. Esta técnica provoca o estímulo dos movimentos peristáticos que facilitam conseqüentemente a expulsão dos resíduos fecais.
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" Asanas”

São as posturas psicofísicas, e devem ser firmes e de confortável execução. No Yoga devemos pregar a permanência na posição do ásana pelo tempo que julgarmos adequado, mas sempre tentando nos superar. A superação é o primeiro passo para a evolução.
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" Yoganidra”

É uma técnica de relaxamento consciente. Incialmente o yoganidra é feito através da indução verbal do professor de Yoga e, posteriormente, o praticante consegue este feito por sí só quando assim o desejar. Esta técnica reduz as tensões fisiológicas, emocionais e espirituais.
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" Samyama”
É composto por Dharaná, Dhyana e Samadhi. Estas técnicas têm ampla divulgação quanto de suas funções terapêuticas.
Podemos contar ainda como técnicas do Yoga os Yamas e Niyamas, respectivamente, prescrições éticas e proscrições éticas.
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- Bibliografia: 

" Eliade, Mircea. Yoga - Imortalidade e Liberadade (1998). Palas Athena".
" Shivananda, Sri Swami. Autobiografia (1984). Pensamento."
" DeRose, Mestre. Prontuário de Yôga Antigo (1969). Ground."
" Ramm-Bonwitt, Ingrid. Mudrás - as mãos como símbolo do Cosmos(1995).Pensamento"

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A Fisiologia do Yoga – Parte 1



A Fisiologia do Yoga – Parte 1


No dicionário Aurélioyoga” é definida como um "sistema ortodoxo de filosofia da Índia, que constitui o lado prático do sistema Samkhya, no qual se expõem os meios fisiológicos e psíquicos que devem ser empregados para atingir a Moksa (libertação)".

O mestre Swami Shivananda, contextualiza em seu livro "Autobiografia (1984)":
"...recomendo insistentemente a meus discípulos que combinem os importantes ramos do Yoga com o trabalho abnegado e dinâmico - o qual não me canso de enfatizar - com o cultivo das virtudes, embora dê liberdade total à decisão individual do aspirante."

Na década de 60, DeRose coloca em evidência o Yoga Antigo (Prontuário de Yoga Antigo - DeRose) como sendo constituído, na sua forma ortodoxa, de oito partes (Ashtanga). Estas oito partes constituem as oito técnicas contempladas nas práticas do Yoga.

Atualmente existe uma discussão bastante acirrada sobre a área de domínio de que trata o Yoga.
A Educação Física tenta abarcar esta filosofia dentro de seus domínios, o que é impossível (EMENDA MODIFICATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 7.370, DE 23/09/2004).
A explicação para tal ocorrência é simples. A Educação Física trata do condicionamento físico, ligado principalmente ao esporte. O Yoga trata de todos os condicionamentos sejam eles fisiológicos, psíquicos ou espirituais buscando dominá-los.

Fontes: Diversas Internet

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ásana: Ardha Chandrasana


Ardha Chandrasana
Half Moon Pose
(are-dah chan-DRAHS-anna) 

ardha = metade, meio (half)
candra = brilhante, resplandecente, usualmente traduzida como “Lua” (glittering, shining, having the brilliancy or hue of light (said of the gods); usually translated as "moon")

Posição da Meia-Lua

A Lua é um símbolo cheio de significados na Mitologia do Yoga. Por exemplo, o sol e a lua representam as duas polaridades de energia do corpo humano. De fato, a palavra “hatha” por sí só divide-se em duas sílabas, “ha” e “tha”, as quais são esotericamente interpretadas como significando as energias “solar” e “polar”.


Passo-a-Passo:


Execute a Utthita Trikonasana para o lado direito, com sua mão esquerda descansando sobre seu quadril esquerdo. Inspire, dobre seu joelho direito e tire seu pé esquerdo do chão, cerca de 5 palmos. Ao mesmo tempo, toque o chão com a mão direita mantendo-a próxima ao dedão do pé direito.
Expire e pressione sua mão no chão e mantenha o calcanhar direito firme.
Erga mais e endireite sua perna esquerda de forma que possa ficar paralela ao solo, preferencialmente, mantendo-a firme. Tome cuidado para não travar o joelho estendido: tenha certeza de que a rótula esteja alinhada para frente e não voltada para dentro.
Gire seu dorso para a esquerda mas mantenha o quadril esquerdo alinhado para a frente.
Suporte o peso do corpo basicamente na perna que está estendida.
Utilize a mão que está no solo para manter o equilibrio.
Pressione o sacro e as escápulas firmemente contra a parte de trás do dorso.

Permaneça nessa posição de 30 segundos à 1 minuto.
Depois abaixe a perta que estava elevada, levando-a ao solo com uma expiração. Retorne ao Trikonasana.
Repita a mesma sequência com a outra perna, para o outro lado.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Ásana: Matsyasana


Matsyasana
Fish Pose
(mot-see-AHS-anna)

matsya = peixe (fish)

Tradicionalmente a "Pose do Peixe" é iniciada com as pernas em Padmasana.

Passo-a-Passo:

Inicie a ásana deitando de costas para o chão, joelhos levente dobrados, pés no chão.
Inspire e relaxe sua pelvis no chão e escorregue suas mãos, com as palmas para baixo, para baixo de suas nádegas. Então relaxe suas nádegas sobre as costas das mãos.
Dobre levemente os antebraços e cotovelos mantendo-os próximo ao corpo. Inspire e pressiome seus antebraços e cotovelos firmemente contra o solo.
O próximo passo é pressionar suas escápulas em direção à coluna e inspirando novamente levante o dorso e cabeça do chão.
Depois apoie o alto da cabeça no solo. Dependendo de quão alto você consiga arquear sua coluna e levantar seu peito, o alto da cabeça ou apenas a coroa da cabeça é que irá tocar o solo. Faça dentro do seu limite. Tente manter o mínimo de peso e pressão na cabeça para evitar pressionar o pescoço em demasia.

Variação: Você pode manter seus joelhos dobrados ou então as pernas esticadas no chão. Se você optar por deixar as pernas esticadas, mantenha as coxas firmes, ativas e pressione para fora até os tornozelos.

Permaneça na posição de 15 a 30 segundos, respirando suavemente.
Com uma expiração, abaixe o tronco, pousando as costas e cabeça no chão. Dobre e puxe as pernas em direção à barriga pressionando levemente. Relaxe.

Fonte: Yoga Journal

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