quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Mudrás, Mantras e os Chakras


Mudrás, Mantras e os Chakras

O autor Tara Michael, no livro "The Yoga", escreve que a prática de Mudrás, juntamente com a de Mantra, estimula e dá as qualidades descritas abaixo a cada chakra:

Muladhara: equilíbrio físico, saúde, com o sistema imunológico funcionando como um escudo contra várias doenças, aumento do erotismo e vigor sexual.

Swadhisthana: longevidade, autoconfiança, força física e paranormalidade.

Manipura: força física e mental.

Anahata: controle das emoções e compaixão pelo próximo, sensibilidade aguçada.

Vishnudha: força, equilíbrio intelectual, capacidade de expressão lógica, intelectualidade comunicativa e dons artísticos.

Ajña: consciência total do ser e estado não-mental.

Sahashará: diminuição do ego, consciência de si e de sua Iluminação.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Mudrás - O que são?



Mudrá

É o gesto ou selo que, reflexologicamente, ajuda o praticante a conseguir um estado de receptividade superlativa. Mesmo os que não são sensitivos podem entrar em estados alfa e theta já nesta introdução. (Fonte: Faça Yoga Antes que Você Precise)

Mudrá é a linguagem gestual; significa gesto, selo ou senha.
Deve ser pronunciado sempre com “a” tônico. Provém da raiz “mud”, alegrar-se, gostar. É uma palavra do gênero masculino (O Mudrá).
Literalmente pode traduzir-se como “aquilo que outorga encanto, força ou poder”.

Eles são usados no Yôga (um dos seis pontos de vista do hinduísmo) para penetrar em determinados setores do inconsciente coletivo, conectando o praticante às origens de sua linhagem de Yôga. Em alguns livros, aparece traduzido como símbolo, mas tal tradução não é correta, uma vez que símbolo, em sânscrito, corresponde à palavra Yantra.

Em Yôga, mudrá designa os gestos magnéticos e reflexológicos feitos com as mãos. São gestos de poder. Sua prática cria estados alterados de consciência, como elevação de kundalini e consciência do próprio eu e do Universo que nos cerca.

Assim, deve-se praticar com empenho os diversos mudrás a fim de despertar a poderosa deusa kundaliní que dorme fechando a porta de acesso ao Absoluto (sushumná nádí).
Os mudrás na tradição tântrica estão intimamente relacionados ao plano metafísico, ao registro akáshico, o espaço suprafísico onde se encontra armazenado todo o conhecimento prévio e futuro da humanidade. Sua utilização busca realizar determinados estados de consciência através da simbologia e das mensagens contidas em gestos arquetípicos que atuam de forma reflexa e por associação neurológica.

Os mudrás influenciam a forma como percebemos a energia vital aumentando seu caudal e canalizando-o para potencializar o estado geral de saúde, expandindo as percepções, disciplinando a mente e aprofundando o estado de meditação.

Cada gesto ou selo produz uma infra-estrutura psicofísica e predispõe o praticante a um estado interior. Os mestres são de opinião que o mudrá possui quatro “estados” ou “poderes” especiais e distintos, que são:

• identificação;
• assimilação;
• domínio;
• desenvolvimento


“O Mudrá prepara o praticante para um estado interno de identificação em que este, concentrado e interiorizado no gesto, controla a força adquirida e a dirige para qualquer parte de seu corpo ou para fora dele”. (Kulamava Tantra)

Os mudrás aparecem em todas as tradições influenciadas pelo Tantra (budismo, hinduísmo, gnose, teosofia etc.). No Ocidente é comum um gesto de oração ou prece no qual se unem as duas mãos, palma com palma (o que na Índia se chama de pronan mudrá).

- Budismo: O Mudrá está sempre relacionado a um Mantra e um Mandala. Juntos eles formam os três segredos do universo, pensamento, verbo e ação.

- Dança Indiana: Quando usados em dança indiana, os Mudrás frequentemente são chamados de Hastas, sânscrito para "mãos".
- Hinduismo: As pinturas e esculturas ao personificar uma divinade no Hinduísmo são complementadas sempre com asanas e mudras. Sendo os mudras um componente essencial de caracterização da divindade e o que ela representa.

Os mudrás são também usados em algumas técnicas marciais

Fontes: diversas

O Todo

O que está além é o Todo.
O que está aqui também é o Todo.
Do Todo tem origem o Todo.
Do Todo, tirando-se o Todo, o Todo permanece.
Brhad Aranyaka Upanishad

domingo, 2 de agosto de 2009

Técnica para meditar e acalmar a mente


Técnica para meditar e acalmar a mente


A lista de benefícios oferecidos pela meditação não encontra limites. A técnica milenar ajuda a disciplinar e acalmar a mente, trazendo conforto emocional e aumentando nossa capacidade de concentração. É um exercício ótimo para nos ajudar a lidar com as nossas emoções.

Quando o indivíduo atinge determinado grau de concentração passa a ficar mais atento e ter uma percepção maior de si mesmo. Esse estado nos alerta para os nossos sentimentos e o dos outros.

Eis alguns benefícios da meditação:

1. diminui o risco de infarto e derrame cerebral;
2. reforça o sistema imunológico;
3. aplaca emoções negativas, como o medo e a raiva;
4. aumenta a produção de hormônios calmantes e reduz o nível de cortisol, hormônio desencadeador do estresse;
5. auxilia a liberação de endorfina, um forte tranqüilizante que provoca a sensação de alegria e de bem-estar;
6. alivia a insônia e deixar a memória mais afiada.

O tempo para sentir todas essas melhoras varia de uma pessoa a outra e tem pouca relação com a duração da prática.

Com a prática da meditação, adquirimos e mantemos a paz e equilíbrio nos momentos de tormenta. Além disso, tomamos consciência do agora e prestamos atenção em gestos banais e automáticos. Ficamos mais atentos e aumentamos a qualidade das tarefas que realizamos.

Eis uma das técnicas mais conhecidas e praticadas para deixar a mente sã:

Sente na chamada pose de índio (ou posição de lótus), com a coluna reta e as pernas cruzadas. Concentre-se na respiração, nas batidas do coração ou na pulsação do corpo. Feche os olhos e focalize o fluxo de ar que entra e sai de seus pulmões. Depois concentre-se em um som (mantra) ou numa imagem e sature sua mente. Deixe que os pensamentos insistentes do cotidiano passem despercebidos, ignore-os.

Fonte: diversas

sábado, 1 de agosto de 2009

Meditação - Mergulhe no Silêncio, a Saúde Agradece.

Meditação - Mergulhe no silêncio


Longe do barulho, vivemos experiências únicas. Refugiados em nosso templo interior, nos conectamos com nossa essência verdadeira e deixamos que a calma penetre em todo o ser.


Parece então que o relógio anda mais devagar, a mente se aquieta e, em nossa imaginação, tudo acontece em câmera lenta.

Você é seu prórpio refúgio. Em silêncio, nos conectamos com os desejos mais profundos e nos tornamos íntimos desse mensageiro da paz. Não é à toa que dizem que "a fala é de prata e o silêncio de ouro."

O caminho da auto-realização é feito de coisas muito simples: corpo limpo (por meio de uma alimentação saudável, na qual se come apenas o essencial), mente vazia dos pensamentos que atordoam, para que possamos conversar com Deus, e alma lavada, pela prática do silêncio e da meditação.

O objetivo é sintonizar corpo, mente e alma.

_________

Meditação – A saúde agradece

“Quem conseguir ver o que está por trás da alegria e da tristeza vislumbrará a grande paz.”

A Meditação ajuda a:

- Reduzir o risco de infarto e derrame cerebral.
- Reforçar o sistema imunológico.
- Reduzir emoções destrutivas, como medo e raiva.
- Aumentar a produção de hormônios calmantes e reduzir o nível de cortisol, o hormônio do estresse.
- Aliviar a insônia e melhorar a percepção e a memória.

Fonte: diversas

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Aspectos Psicológicos do Yoga

O texto abaixo é uma transcrição de um material que encontrei na net e que achei muito interessante.


Resistência e bloqueios
Por Joel Kramer - tradução Eloisa Vargas

Transformação, mudança, crescimento, atualização de potencial, - estes são fundamentos muito positivos para a maioria das pessoas que fazem yoga . Mas todos nós, que estamos envolvidos em qualquer tipo de processo de crescimento, enfrentamos algo chamado "resistência". No Yoga, há resistência no tecido muscular, resistência para fazer Yoga e resistência para mudar os hábitos e estilos de vida que impedem o crescimento. Como uma pessoa que está envolvida com a yoga e com atividades de crescimento orientado durante anos, seria aparentemente agradável se eu pudesse lhes dizer que eu venci a resistência. Porém, não posso dizer isto. Sinto que a resistência não pode ser totalmente vencida, embora não ache que este seja uma problema significativo. Você pode aprender a usar isto como um professor, para que a resistência possa ensinar a você onde seus hábitos e anexos se apóiam. Também pode ensinar onde você se bloqueia e onde você se auto protege. Para entrar neste assunto, eu gostaria de discutir mais sobre os aspectos psicológicos do yoga.

Que a mente e o corpo se afetam um ao outro é óbvio. Tensões psicológicas vivem na musculatura : quando você está " endurecido ", você literalmente está apertando os músculos e está bloqueando energia. Por anos de tensões acumuladas, o corpo se torna um repositório para o inconsciente, e assim, " aprende " a fechar diferentes áreas físicas que possam provocar estados emocionais indesejados. Por exemplo, um tórax comprimido torna literalmente mais difícil experimentar emoções profundas. A força das emoções que podem vir do "abrir seu tórax" podem tornar isto incômodo, e assim, você pode resistir a abrir aquela área. Você sente uma enorme pressão sobre o peito e não consegue respirar direito. É o que você "paga" para evitar emoções.

Muitos dos limites para a nossa prática do Yoga não estão no nosso corpo, mas muito mais nas atitudes mentais e nos nossos hábitos. A resistência para fazer certas posturas está na mente como também no corpo. A resistência mental pode mascarar-se de inúmeras maneiras: - esquecimento, desculpas, preguiça , doença, lesões. Se você pode minimizar a resistência mental que é a chave , poderá ir trabalhando eventualmente a resistência física.
Quanto mais fundo você for penetrando na sua prática de Hatha Yoga, mais necessário será conseguir saber a natureza da sua mente.

A maioria de nós identifica-se totalmente com a mente e chamamos a isto, "nós mesmos", o "eu". Não percebemos que a mente é apenas um dos sistemas que compõem um ser humano. A importância da mente é enorme e o seu poder é tão grande que freqüentemente ignoramos , subvertemos ou anulamos os outros sistemas que têm a sua própria inteligência.

Por exemplo: Nosso corpo pode nos indicar que não temos fome, mas mesmo assim, comemos. Quando estamos cansados, não paramos e continuamos a forçar. Nos habituamos a desconsider tais sinais de uma inteligência que age espontaneamente dentro de nós indicando e sinalizando todas as coisas que nos levariam a equilibrar naturalmente nossas vidas.

Embora yoga possa nos tornar mais afinados ou sensíveis para a sabedoria interna, é a mente que terá que interpretar isto e como a mente interpreta, está diretamente relacionado á natureza da sua experiência (ou condicionamento). Normalmente não pensamos em nossa mente como algo estruturado e condicionado porque nossa mente é como uma lente através da qual vemos a nós mesmos e ao mundo. Para nós ela é um presente que raramente questionamos. Os princípios com os quais a mente trabalha serão os mesmos princípios com os quais o corpo trabalha. Compreendendo os princípios que movem a mente, fará com que ela se abra juntamente com o corpo trazendo com isto possibilidades inimagináveis e uma nova porta para a transformação.

Olhando para a nossa resistência, a natureza da mente pode ser revelada. Na maioria das vezes, estamos justamente querendo aquilo ao que estamos resistindo.

Seja sincero, e faça a você a seguinte pergunta: Acima de todos os motivos, por que eu faço Yoga? Quanto da minha yoga é motivada pelo medo? - Medo do envelhecimento, medo de morrer, medo de perder energia ? Quanto da minha yoga é dirigida pela ambição ? - para a realização, para estados mais altos de consciência, para juventude e saúde , para maiores níveis vibratórios?

Claro que todos nós temos medos e ambições que trazemos para o yoga. O problema não é tê-los, e sim descobrir o quanto isto está interferindo na nossa prática porque freqüentemente isto está agindo de forma inconsciente. Quando estes fatores agem, a mente é orientada para o passado ou para o futuro, e perde o contato com o processo vivo da yoga que é : sentir os músculos trabalhando, sentir a energia sendo gerada, sentir as mudanças sutis que requerem grande atenção.

Se você se dá conta de como os motivos gerados por medo e ambição ou outras razões para fazer yoga podem limitar a sua prática, isto necessariamente não os elimina. Porém, esta consciência pode lhe ajudar a mantê-los distantes durante a sua prática, de forma que você pode ser menos mecânico , mais presente e mais atento.


Texto: Resistência e bloqueios - Por Joel Kramer - tradução Eloisa Vargas

Fonte: http://www.yogabrasil.com.br/artigos/

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Yoga e Saúde - Equilíbrio


Yoga e Saúde


A saúde é o equilíbrio do corpo. A doença é o desequilíbrio, um bloqueio psicológico manifestado no físico.
O corpo pode entrar em desequilíbrio se não for movimentado de forma equilibrada e adequada, daí há a má circulação sangüínea e respiração inadequada e ineficiente.
O corpo necessita de muito mais do que um simples caminhada. Necessita de movimentos que em conjunto promovam uma irrigação eficiente dos órgãos. A Yoga surge para unir o movimento físico à postura mental, a atividade à consciência. Ensina a focar, a se conscientizar nas respostas de seu corpo e a verificar os pontos de tensão para eliminá-los. Com a Yoga aprendemos a relaxar ou a exigir de certos grupos de músculos de forma adequada, aprendemos a contrair, a dosar e a economizar energia que por vezes são desperdiçadas com tensões desnecessárias.

Na Yoga, corpo e mente devem interagir e serem trabalhados em conjunto.
Qualquer bloqueio mental, tensão, trauma etc terá seu correspondente no físico, travando uma determinada musculatura, articulaçao, órgão ou canal de energia. A ação correta, utilizando-se das diversas posturas da yoga, ajudará no desbloqueio do sistema e fará com que o organismo volte ou mantenha seu equilíbrio.

Yoga é equilíbrio. Equilíbrio é saúde.


Fonte: http://www.yogabrasil.com.br/artigos/

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Ásana e a Mente - Sobre Limites


Sobre Limites

Devemos sempre conhecer e respeitar nossos próprios limites. É o primeiro indício de sabedoria e o primeiro passo para vencer suas limitações através da superação.

Os orientais dizem que " devemos ser cautelosos como uma raposa que caminha no gelo fino, sondando cada palmo do gelo a ser atravessado. Assim ela não rompe a fina camada e não molha nem mesmo a cauda". ( I CHING- o livro das mutações)

O princípio é o mesmo na Yoga: o ásana é o caminho a se percorrer, medindo cada passo, sentindo cada movimento e os coordenando com a respiração. Na prática visa sempre a disciplina e humildade para percorrer etapas, checando o terreno, estabelecendo nossos limites e avançando aos poucos de modo seguro.

Para chegar nessas condições é necessário silenciar a mente. Se silenciarmos as vozes de nosso ego, angústias e desejos, passaremos a ouvir apenas o nossa voz interior que nos conduz nesses avanços e nos aconselha nos momentos de recuo. Assim, evitamos sobrecarregar ou colapsar as articulações e músculos do corpo, evitando lesões e outros impactos emocionais negativos.

É importante aprendermos a “caminhar” na direção de nossos objetivos ao contrário de “lutar” por eles. A “luta” carrega em si um significado de violência, de estipular perdedores e vencedores e, por ser um “desejo” é externo e vem do ego. O “caminhar” é uma “vontade” interna e vem do coração, tornando-se sagrada.

Por isso precisamos nos disciplinar e aprender a ouvir através do silêncio.

Fonte: http://www.yogabrasil.com.br/artigos/

terça-feira, 28 de julho de 2009

Ásana e Permanência


“Ásana é [a postura do corpo], firme e agradável. [O ásana] transcende-se ao relaxar no esforço e meditar no infinito. Assim, consegue-se o estado de transcendência das dualidades.”
Yoga Sutra, II:46-48. – (Patañjali)

Muitos ásanas são dífíceis, exigem força e concentração. É muito importante se superar (tapas = auto superação) nas posições e permanecer. A prática com outras pessoas incentiva a continuar a persistir.

As vezes é difícil permanecer na posição: parece que os ponteiros do relógio se arrastam ou estão congelados. A concentração na respiração e na posição ajudam nesse processo de permanência.
O corpo começa a tremer, a doer, parece que se chega ao limite de suas forças. É nesse momento em que deve-se inspirar lenta e profundamente e persistir.
O tremor do corpo tende a passar mas daí inicia-se a batalha interna: as emoções e a mente nos armam das cabeças aos pés, instigando-nos a desistir da permanência. Nesse processo o controle da mente é fundamental e respirar... respirar... e respirar! Não deixe que suas emoções sabotem sua permanência. Permaneça firme e forte na posição; deixe essa guerra interna de lado e somente quando a vencer, desfaça a postura. Vitória afinal!

Daí você descobre que há muito mais por trás de um simples alongamento e esforço muscular. Li em algum lugar que “Os ásanas são aqueles que nos conduzem há um universo onde os músculos, as articulações, os órgãos e os ossos são o espelho das nossas experiências passadas. Carregados do que somos. O simples fato de colocar o corpo de uma forma única nos leva a uma experiência diferenciada. A permanência nessas porturas ajudam a dissolver condicionamentos desenvolvidos ao longo das vidas. A liberar emoções presas nos chakras e a permitir que essa energia escoe por todo o nosso Ser. Levando esta energia a entrar em comunhão com o restante do corpo-mente. Nos tornando inteiros de consciência. Pura consciência.”

Com o tempo moldamos nosso corpo em uma postura e passamos a fazer parte dela de “corpo e alma”. Imergimos na respiração conrolada e estável e tomamos consciência de cada centímetro do nosso corpo. Em cada respiração o prana invade nosso corpo e nós sentimos a postura; literalmente fazemos uma “viagem interior” pelo desconhecido.


Fonte: http://www.yoga.pro.br/artigos.php?YogaId=8om56b3ehn7pkf04qbs8ctfpv0&cod=705&secao=3026

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Os Ásanas: Estética e Execução

Os Ásanas: Estética e Execução

O ásana é uma posição corporal que, se bem executado, deve ser estável e confortavél. Esteticamente, com a execução correta, o ásana transmite o sentimento de beleza, força e harmonia. É sensorial, pois está relacionado ao sentimento e as sensações geradas durante a sua execução. As sensações geradas durante sua execução ficam em destaque do resto das coissa que estão sendo observdas. O praticante acaba trazendo a atenção à sua execução, ao seu corpo e seus sentimentos. A permanência com a respiração profunda e controladas e a localização da consciência decorrem naturalmente da permanência no ásana.



Seguem alguns princípios para a boa execução do ásana:

A expressão facial influencia todo o organismo. Manter um sorriso no rosto e a expressão descontraída é o primeiro passo.

Localização da consciência na região masi solicitada pelo ásana, mantendo também a atenção na coluna vertebral para que a postura fique correta e não a sobrecarregue.

Quando possível, adicione mudrás (gestos reflexológicos feitos com as mãos) aos ásanas. Isso impactua não só esteticamente, mas também na atuação, permanência e força dos ásanas.

Quando a planta do pé estiver apoiada no solo, procure manter o calcanhar estendido – é bastante utilizado nas demonstrações e coreografias. A variação do calcanhar fletido (quando os dedos dos pés é puxados pelas mãos) desenvolve a força e alongamento e é comumente utilizado para treinamento.

Ainda, esteticamente, os extremos do corpo tem um impacto visual maior, por isso é importante estender ou flexionar completamente pernas e braços.

É importante manter ângulos definidos e alinhamento conscientes entre os pés (quando juntos, afastados ou paralelos), braços e pernas.

Inicie a execução do ásana com a variação mais simples e depois passando para as variações mais avançadas. Não utilizar de repetição e permanecer o maior tempo que for possível e confortável. Mas supere-se!

Praticar regularmente, mesmo as variações mais simples, para que trabalhe a exigência muscular e execute com segurança até mesmo as variações mais avançadas.

Cada ásana tem uma linha de força que envolve o posicionament o/alinhamento correto do tronco, cabeça, braços e pernas. Procure descobrir as linhas de força e utilizar a tração do corpo ou repouso muscular para reforçar essas linhas.

Fonte: http://www.yoganataraja.com.br/artigo_completo.php?id=7

domingo, 26 de julho de 2009

Focar no coração silencia a mente


Focar no coração silencia a mente

"São nossos julgamentos que geram as emoções. Quem quiser diminuir a importância que dá para sua mente, deve se esforçar para não alimentar pensamentos parasitas: essa é a melhor forma de favorecer a paz interior"

Há várias soluções para fazer com que o papagaio da mente se cale. Mas a solução mais radical e evidente é focar-se em seu corpo.
Mudar o foco da cabeça para o coração.

No lugar de colocar nossa atenção sobre o que estamos pensando, devemos nos conscientizar de nossos sentimentos, no sentido de “sentir” realmente.
Ao invés de fazer comentários sobre o que está nos acontecendo, devemos sentir os eventos.

A característica essencial da vida é o movimento: as coisas mudam continuamente. Nossos julgamentos, assim que expressados, tornam a vida estática, congelam a realidade.
O não-julgamento, pelo contrário, nos convida a surfar, a nos conectar ao vivo, à dinâmica que está dentro de nós, ao que sentimos.


Quem quiser diminuir a importância que dá para sua mente, deve se esforçar para não alimentar pensamentos parasitas: esta é a melhor forma de favorecer a paz interior.


- Onde se encontra a felicidade eterna?
- Dentro de si mesmo
- Quem é o inimigo a ser temido?
- A mente
- Qual é a fábrica mais eficiente do mundo?
- A mente
- Qual é o melhor idioma?
- O do coração.

Fontes: Diversas

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Em busca de paz no coração

Em busca de paz no coração

Raiva, medo e ansiedade demais só atrapalham. Para domá-los, nada melhor do que praticar posturas específicas e exercícios respiratórios, os pranayamas. Essa dupla poderosa baixa o estresse e traz leveza para o corpo e para a alma.

“A raiva é um obstáculo ao crescimento pessoal e espiritual”

“Se você não dominá-la, ela domina você.”

“Aquele que for capaz de suportar a raiva (...) é verdadeiramente um homem feliz”.

A prática da ioga não transformará sua vida em um oásis de paz, mas poderá ajudá-lo a domar a fera que vive em você.

“O controle para executar os asanas cria uma atitude interna equivalente, que se reflete nas emoções e na mente”

“Uma pessoa que sente raiva com freqüência tem sua capacidade respiratória cada vez mais limitada”, afirma Bosco.
“Os asanas ajudam a criar um espaço interno de relaxamento, permitindo uma respiração mais profunda.”

Resultado: o praticante respira melhor, a liberação de hormônios ligados ao estresse diminui e os batimentos cardíacos e o ritmo respiratório se acalmam.

Além disso, a mente se tranqüiliza, permitindo que emoções como medo, raiva e ansiedade se dissipem.

Fonte: Diversas

quinta-feira, 23 de julho de 2009

7º Chakra - Coronário (Sahasrara)


7º Chakra - Coronário (Sahasrara)


O sétimo é o mais importante dos chakras, situa-se no alto da cabeça e relaciona-se com o padrão energético global da pessoa. Conhecido como chakra da coroa, é representado na tradição indiana por uma flor-de-lótus de mil pétalas na cor violeta. Através dele recebemos a Luz Divina. A tradição de coroar os Reis fundamenta-se no princípio da estimulação deste chakra, de modo a dinamizar a capacidade espiritual e a consciência superior do ser humano.

Mantra: OM (alguns estudiosos mencionam o KSHAM-AUM)

Localização:
Topo da cabeça. O sétimo Chakra situa-se no ponto mais alto, no centro externo da cabeça. Abre-se para cima.

Faixa de ação:
Centros nervosos e cérebro

Função:
Irradiar a conciência humana para que ela se conecte com a Energia Divina, assimilando-a e canalizado-a para os demais chakras físicos

Palavra-chave: Percepção

Cor:
Branco dourado (12 pétalas centrais) e Violeta (960 pétalas restantes)

Violeta, também o branco e o dourado. Brilha com todas as cores do arco-íris, nas a cor predominante é o violeta. A flor exterior do Chakra é formada por 960 pétalas. No seu interior encontra-se uma segunda flor com 12 pétalas que brilha como uma luz branca impregnada de dourado.

Símbolo:
Lótus de mil folhas

Principio básico:
Ser puro

Glândula correspondente:
Pineal (epifese)

Hormônios correspondentes:
Serotonina (Enteramina, Melatonina)

Do ponto de vista anatômico:
Cérebro e crânio

Tratamento:
Distúrbios nervosos de qualquer tipo de desconexão com a realidade, problemas mentais e de desequilíbrio.

Aspecto:
Esse centro é a ligação entre o plano físico e o nosso Eu Superior, a nossa divina presença. É o lugar onde a vida anima o corpo físico; é onde encontramos o cordão de prata que liga os corpos aurais.
É com o prolongamento desse Chakra que o corpo de luz e a alma suprema entram no corpo na hora do nascimento, e é por ali que o deixa no momento da morte.
É por meio desse Chakra que tomamos consciência de que temos uma identidade extra-fisica e de que somos parte de um plano Universal. Nele estamos ligados ao ser infinito, divino e sem forma (mas que contém em si todas as formas e qualidades não manifestadas). Nele vivemos e nos sentimos em Deus, nos tornando Um com a origem divina da qual proviemos.
Nosso campo de energia pessoal mistura-se com o campo de energia Universal. O que antes compreendíamos de modo intelectual e de forma intuitiva torna-se agora uma compreensão completa. Nele experimentamos as mais diversas formas da expressão da criação, entre as quais também se situa o nosso corpo como um brinquedo da consciência Divina com a qual nos tornamos um só.

Vogal:
O som “M” abre o Chakra coronário. É como um sussurro contínuo, sem limites e sem estrutura. Desse modo representa a unidade não dividida e a consciência pura, sem forma e ilimitada, na qual estão contidas todas as outras formas em estado latente.

Cromoterapia:
O violeta e o branco
O Violeta produz transformação da mente e da alma, dissolve limitações, abre-nos a dimensões espirituais e pode nos levar a experiências de unidade cósmica.
O Branco contém o espectro de todas as cores, integra diversos níveis da vida de forma a uma totalidade superior, abre a alma à luz Divina, para a compreensão e a cura.

Contato com a natureza:
Cume da montanha

Força positiva:
Transcendente

quarta-feira, 22 de julho de 2009

6º Chakra - Terceiro Olho (Ajna)


6º Chakra - Terceiro Olho (Ajna)

O sexto chakra situa-se no ponto entre as sobrancelhas. Conhecido como "terceiro olho" na tradição hinduísta, está ligado à capacidade intuitiva e à percepção sutil. Quando bem desenvolvido, pode indicar um sensitivo de alto grau.
Enfraquecido aponta para um certo primitivismo psico-mental ou, no aspecto físico, para tumoração craniana.

Mantra:
OM (alguns estudiosos mencionam o KSHAM)

Localização:
Entre as sombrancelhas. O sexto Chakra está situado um dedo acima da base do nariz, no meio da testa. Abre-se para frente.
Faixa de ação: Dos ouvidos até o alto da testa

Função: Responsável pela percepção

Palavra-chave: Compreensão

Cor:
Índigo, também o amarelo e o violeta. O pensamento racional ou intelectual pode dar origem aqui a uma irradiação amarela. O azul índigo indica intuição e processo de compreensão integrados. A percepção extra sensorial é demonstrada pelo tom violeta.

Símbolo:
Lótus de 96 pétalas

Principio básico:
Autoconhecimento. Percepção consciente do ser.

Função dos sentidos: Todos os sentidos, também a percepção extra-sensorial.

Glândula correspondente:
Hipófise.

Hormônios correspondentes:
Vasopressina (hormônio antidiurético), pituitrina.

Do ponto de vista anatômico:
As partes do corpo associadas a esse Chakra são: os olhos, ouvidos, nariz, cavidades adjacentes, a face, o cérebro o sistema nervoso central.

Tratamento:
Percepção dos ouvidos, percepção Extra Sensorial, problemas de visão, rinite, sinusite, concentração, raciocínio, desequilíbrios mentais, doenças nervosas, memória, dificuldade de enxergar a realidade das situações.

Aspecto:
É a sede das forças mentais mais elevadas, do discernimento intelectual, da memória e da vontade, e constitui a central de comando mais elevada do sistema nervoso central, no nível físico.
É por meio do sexto Chakra que se vê além das realidades físicas e se penetra no reino psíquico para além do entendimento da verdade não física. Ele forma a segunda camada da aura e dá acesso ao padrão do corpo celestial.
Através do terceiro olho estamos ligados ao processo de manifestação por meio da força do pensamento. O processo de criação tem inicio quando o ser repousado em si mesmo começa a ter consciência de sua própria existência. Com isso ocorre o primeiro relacionamento sugeito-objeto, portanto, a primeira dualidade. Com base nessa vibração primitiva, através de processos de tomada de consciência, novos e diferenciados padrões de vibrações são sempre provocados.
No ser humano esta contido todos os processos da criação, desde o ser puro até a matéria condensada, representada pelos diferentes níveis de vibrações dos chakras. Assim o processo de manifestação ocorre em nós e por meio de nós.Uma vez que o terceiro olho é a sede de todos os processos de conscientização, recebemos aqui a faculdade de manifestar, indo até a materialização e desmaterialização. Podemos criar novas realidades no plano físico e destituir antigas realidades.

Vogal:
È ativado pela vogal “I”. Representa a força da inspiração, que sempre o leva a novas compreensões.

Cromoterapia:
O índigo transparente abre e clareia o sexto Chacra.
Fortalece e cura os sentidos, abrindo os níveis mais sutis da percepção.

Contato com a natureza:
Céu noturno

Força positiva:
Reconhecedora

Fonte: Diversas

terça-feira, 21 de julho de 2009

5º Chakra - Laríngeo (Vishuda)


5º Chakra - Laríngeo (Vishuda)

O quinto chakra fica na frente da garganta e está ligado à tireóide. Relaciona-se com a capacidade de percepção mais sutil, com o entendimento e com a voz. Quando desenvolvido, de forma geral, indica força de caráter, grande capacidade mental e discernimento. Em caso contrário, pode indicar doenças tireoidianas e fraquezas de diversas funções físicas, psíquicas ou mentais.

Mantra: HAM

Localização:
No ângulo formado pelo encontro dos ossos da clavícula. Situado entre a cavidade do pescoço e a laringe. Nasce na altura da vértebra cervical e abre-se para frente
Faixa de ação: Das axilas até os ouvidos

Palavra-chave: Comunicação

Cor:
Azul-claro, prateado e o azul esverdeado.

Elemento:
Éter

Símbolo:
Lótus de 16 pétalas

Planeta:
Mercúrio

Principio básico:
Ressonância do ser

Função dos sentidos:
Audição
Glândula endócrina correspondente:
Tiróide: Papel decisivo no desenvolvimento do esqueleto e dos órgãos internos, equilibra o crescimento físico e mental, regulariza o metabolismo hormonal (tiroxina)

Hormônios correspondentes: Tiroxina (Tri-iodo-tiroxina)

Do ponto de vista anatômico:
Região da garganta, da nuca e do queixo, ombros, vértebras servicais, ouvidos, órgãos da formação da voz, cordas vocais, traquéia, pescoço, nariz, orelhas, brônquios, região pulmonar superior, esôfago, braço.

Tratamento:
Garganta, tireóide, voz, coluna, nuca, boca, dentes, face, ouvidos.
Auto-expressão, criatividade, inibição, repressão, genialidade e problemas de comunicação (dificuldade em dar e receber)

Conflitos de Saúde:
Gagueira, laringite, otite, afonia, rouquidão.

Música:
Nota musical (sol)

Aspecto:
O quinto Chakra constitui uma importante ligação dos chakras inferiores com os centros da cabeça. Serve como ponte entre nossos pensamentos e sentimentos, entre nossos impulsos e reações, transmitindo ao mesmo tempo o conteúdo de todos os chakras ao Mundo exterior.
Através do Chakra da garganta expressamos tudo o que vive em nosso interior, o nosso riso e o choro, nossos sentimentos de amor e de alegria bem como o medo e a raiva, nossas intenções e desejos, nossas idéias, compreensões e percepções dos mundos interiores.
É o centro da comunicação e da audição incluindo a clareaudiência, da receptividade e da criatividade, do acesso ao padrão etérico. Através do quinto Chakra desenvolvemos a capacidade de auto-reflexão.
Este chakra está relacionado ao funcionamento do sentido da audição onde abrimos nossos ouvidos e escutamos as vozes audíveis e ocultas da criação. Também nos damos conta de nossa voz interior, entramos em contato com a mente e recebemos a inspiração.
Desenvolvemos uma inabalável confiança na orientação pessoal mais elevada, nos tornamos conscientes de nossa verdadeira tarefa na vida.
Reconhecemos que nossos mundos interiores, bem como os mundos de matéria mais sutis da vida são tão reais quanto o mundo exterior, e tornamo-nos capazes de captar e transmitir informações dos setores da matéria mais sutil e das dimensões mais elevadas da realidade Talvez o mais complexo, visto que toda possibilidade de mudança, transformação e cura está ali concentrada incluindo a capacidade de resolver conflitos do passado por meio da liberação Kármica.

Vogal:
O Chakra da garganta é animado pela vogal “E”. Ela une o coração e a mente. Esse som permite a expressão desse chakra.

Cromoterapia:
Azul claro e azul vivo, turquesa elétrico. Propicia calma e amplidão. Predispõe a inspiração espiritual.

Nota musical:
Sol

Contato com a natureza:
Céu azul, reflexo do céu nas águas, leve bater de ondas.

Força positiva:
Comunicadora transmissora.
A expressão do meu ser é o meu amor tornado visível.

Mãos:
Dedo mínimo.

Fonte: Diversas

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